segunda-feira, 24 de outubro de 2011

12 de octubre


En el 12 de octubre se celebra, en España y Latinoamérica, el “Día de la Hispanidad”, también conocido como “Día de la Raza”.
En esta fecha se conmemora la llegada de Cristóbal Colón a tierras americanas pensando que eran Las Indias, cuando en realidad estaba descubriendo un nuevo continente.
El 12 de octubre de 1492,  Colón no llegó a Las Indias, pero puso el pie en un nuevo continente que hasta la fecha era desconocido para los europeos: fue entonces cuando nacieron los lazos culturales y lingüísticos entre España y América que perduran hasta nuestros días.
En esta fecha se celebra además la festividad de la Virgen del Pilar, patrona de España y de la Hispanidad.
Cuenta la leyenda que la Virgen se apareció en carne mortal al apóstol Santiago el Mayor la noche del 2 de enero del año 40, cuando predicaba por tierras españolas.
En dicha aparición, que tuvo lugar a orillas del Ebro sobre un pilar, la Virgen pidió al apóstol que construyera allí mismo una iglesia, con el altar situado en torno al pilar donde se encontraba.
            Tras la restauración borbónica y la entrada en vigor de la Constitución española de 1978, un Real Decreto, publicado en el primer Boletín Oficial del Estado del año 1982, refrendó el doce de octubre como “Fiesta Nacional de España y Día de la Hispanidad”.
            En nuestra escuela, se celebra también este día, con la participación de los alumnos, que hacen trabajos relacionados con la Hispanidad. Estos trabajos son fijados en la Biblioteca para que toda la gente los vea.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

5 DE OUTUBRO

“A República em Ponte da Barca “ e “Da Monarquia à República” constituíram o tema genérico dos dois painéis que, no átrio do bloco C da Escola-sede do Agrupamento, assinalaram a passagem de mais um 5 de Outubro.

O primeiro apresentou alguns dos momentos mais significativos da implantação da República no Concelho de Ponte da Barca, enquanto o segundo deu realce à explicação dos símbolos da Pátria, nomeadamente, a bandeira e o hino nacionais.

Os dois painéis resultaram de um trabalho desenvolvido sob a coordenação da Comissão para as Comemorações do Centenário da República, criada no âmbito do Conselho Pedagógico.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

SESSÃO DE FORMAÇÃO

O Novo Acordo Ortográfico
Perto de meia centena de professores do Agrupamento participaram numa sessão sobre o Novo Acordo Ortográfico que, a partir do dia um de setembro deste ano, passou a vigorar no âmbito do Ministério da Educação.

Dinamizada pelos docentes António Rocha e Luís Arezes, respetivamente coordenador do Departamento de Línguas e da Biblioteca Escolar, a formação incidiu sobre as principais alterações na grafia introduzidas pelo Acordo.
Para orientar o trabalho foi utilizado um PPT, que sistematiza os aspetos mais relevantes e que pode ser consultado na secção “Materiais de Apoio” disponível no diretório da Biblioteca, na página eletrónica do Agrupamento (www.avepb.net).

terça-feira, 11 de outubro de 2011

COMPOSIÇÃO

Coisas da fantasia!
Enquanto eu estive de férias, aconteceu algo extraordinário. Os meus cadernos e os meus lápis ganharam vida.

Eu acho que eles  quiseram  esconder-se de mim, para eu não os descobrir. Provavelmente, estiveram a divertir-se, visto que eu, nas férias, não estava perto deles, porque a escola tinha terminado, não é?!

Mas eu não me importo que eles se divirtam, eles também têm direito, claro!
Bem a fantasia mostra-nos tanta coisa…

Sara Rodrigues Barreto, 5.º ano

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

O CANTINHO DA POESIA

Trova

Inicialmente, a trova era qualquer poema ou canção, chamando-se trovador ao poeta – ou vate – que declamava a trova.
Depois, passou a chamar-se trova à forma fixa que hoje é empregada, isto é, o poema autónomo de quatro versos em redondilha maior.

DEFINIÇÕES DA TROVA
A trova é uma composição poética, ou seja, uma poesia (monostrófica) que deve obedecer às seguintes caraterísticas:
1- Ser uma quadra (ter quatro versos; em poesia, cada linha é denominada verso);
2- Cada verso deve ter sete sílabas poéticas (chama-se heptassílabo, o que dá origem a uma trova em redondilha maior);
3- Deve ter sentido completo e independente. O autor da trova deve colocar nos quatro versos toda a sua ideia. A trova difere dos versos da Literatura de Cordel, onde em quadra ou em sextilhas o autor conta uma história que no final pode somar mais de cem versos;
4- Tem que ter rima. A rima poderá ser do primeiro verso com o terceiro e do segundo com o quarto, no esquema ABAB, ou ainda, somente, do segundo com o quarto, no esquema ABCB. Existem trovas também com os esquemas de rimas ABBA e AABB.

Citando o escritor Jorge Amado:
"Não pode haver criação literária mais popular e que mais fale diretamente ao coração do povo do que a trova. É através dela que o povo toma contato com a poesia e por isto mesmo a trova e o trovador são imortais.
Todo o trovador é poeta, mas nem todo o poeta é trovador. Nem todos os poetas sabem metrificar, fazer o verso medido.
Poeta para ser poeta precisa de saber metrificação, saber contar o verso. Se não souber o que é escansão, ou seja, medir o verso, não é poeta.”

Para finalizar, as trovas classificam-se em três grupos principais:
filosóficas, líricas e humorísticas.

Exemplos de trova filosófica:
Sei que pareço um ladrão...
Mas há muitos que eu conheço
Que, sem parecer o que são,
São aquilo que eu pareço.
                                             António Aleixo

Cansada, a democracia…
Vai virando do avesso:
É o rosto da cobardia;
O mais perfeito abcesso.
                                      Lúcia Ribeiro

Exemplos de trova lírica:
Se eu te pudesse dizer
O que nunca te direi,
Tu terias que entender
Aquilo que nem eu sei.
                                                       Fernando Pessoa

Neste monte a montear,
Achei-me tão enleado,
Que donde cuidei caçar,
Eu mesmo fiquei caçado.
                                Camões

Nesta tarde leda e calma,
Brinco com teus caracóis
Dos meus desejos, anzóis
Sedas com que visto a alma.
                                                   Lúcia Ribeiro

Exemplos de trova humorística:

Minha sogra não reclama
Pelo trato que lhe dou.
Até de filho me chama...
Só não diz que filho eu sou!
                                         Elton Carvalho

Calço sempre trinta e sete,
Às vezes quarenta e quatro,
Quando no escuro da noite
Contigo esbarro no quarto.
                                            Lúcia Ribeiro

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Dia o Diploma

    O Agrupamento de Escolas de Ponte da Barca celebra, no próximo dia 30 de setembro, em linha com a programação nacional do Ministério da Educação, o DIA do DIPLOMA.



    O objetivo da iniciativa é premiar os dois alunos que, no ano letivo anterior, obtiveram a melhor classificação do ensino secundário, seja do percurso geral, seja do percurso profissional.
    Ocorrerá, em simultâneo, o reconhecimento público dos alunos que, mercê do seu aproveitamento escolar no ano letivo 2010/2011, acederam ao Quadro de Mérito e de Excelência do Agrupamento.

Parabéns aos laureados e êxitos semelhantes para o futuro!


terça-feira, 13 de setembro de 2011

CONCURSO DE LEITURA


Títulos para a edição deste ano
Já estão selecionados os títulos para o Concurso de Leitura a desenvolver neste ano letivo.
Para o 2.º ciclo, a obra escolhida é da autoria de Maria Teresa Maia Gonzalez e intitula-se Sempre do Teu Lado, enquanto que, para o escalão correspondente ao 3.º ciclo, o livro sobre o qual os alunos serão convidados a mostrar a sua qualidade enquanto leitores é o Uma Questão de Cor, de Ana Saldanha. No Secundário, por sua vez, o concurso incidirá sobre O Bom Inverno, de João Tordo.

Sempre do Teu Lado, de Maria Teresa Maia Gonzalez
Editor: PI
Maria Teresa Maia Gonzalez oferece-nos aqui a vida de Guilherme, um adolescente de 12 anos, cuja vida sofre mudanças significativas com o divórcio dos pais e a entrada na adolescência. Um dia, porém, chega à sua beira um amigo muito especial que lhe trará muitas alegrias e que nunca o abandonará. O seu nome é Félix.
Guilherme e Félix tornam-se, então, companheiros inseparáveis. Partilham a mesma casa e vivem juntos momentos emocionantes de vitórias e de derrotas, de conquistas e de perdas… Ambos crescem em conjunto, tornando-se Félix o confidente de Guilherme, o amigo em quem pode realmente confiar. Por seu turno, é com Guilherme que Félix conta nos melhores e nos piores momentos.
Contudo, chega o dia em que Guilherme, já adulto, tem de sair de casa e de partir para dar início a uma nova fase da sua vida. E, desde então, Félix, sempre fiel, faz de toda a sua vida uma longa espera, que acaba por transformar num hino à amizade…

Uma Questão de Cor, Ana Saldanha
Editor: Editorial Caminho

Quando a prenda de Natal é um computador, quem quer saber do trabalho de casa de Matemática? Todo os momentos livres são necessários para jogar, de uma forma mais ou menos maluca.
Os pais de Nina é que não concordam. Nem o Danny, o primo que vem viver para casa dela.
Por que teve o Danny de mudar de escola? O que fazer em casos de ataques de criancice? E quando há falhas no sistema? E o Vítor, por que começa a comportar-se de forma tão palerma? Será que os amigos da Nina não compreendem que somos todos diferentes, mas todos iguais?

 
O Bom Inverno, de João Tordo
Editor: Dom Quixote
Quando o narrador, um escritor prematuramente frustrado e hipocondríaco, viaja até Budapeste para um encontro literário, está longe de imaginar até onde a literatura o pode levar. Coxo, com uma bengala e planeando uma viagem sem contratempos, acaba por conhecer Vincenzo Gentile, um escritor italiano mais jovem e muito pouco sensato, que o convence a ir da Hungria até Itália, onde um famoso produtor de cinema tem uma casa de província no meio de um bosque, escondida de olhares curiosos, e onde passa a temporada de Verão à qual chama, enigmaticamente, de O Bom Inverno.
O produtor, Don Metzger, tem duas obsessões: cinema e balões de ar quente. Entre personagens inusitadas, estranhos acontecimentos, e um corpo que o atraiçoa constantemente, o narrador apercebe-se que em casa de Metzger as coisas não são bem o que parecem.
Depois de uma noite agitada, aquilo que podia parecer uma comédia transforma-se em tragédia: Metzger é encontrado morto no seu próprio lago. Porém, cada um dos doze presentes tem uma versão diferente dos acontecimentos.  Andrés Bosco, um catalão enorme e ameaçador, que constrói os balões de ar quente de Metzger, toma nas suas mãos a tarefa de descobrir o culpado e isola os presentes na casa do bosque. Assustadas, frágeis e egoístas, as personagens começam a desabar, atraiçoando-se e acusando-se mutuamente, sob a influência do carismático e perigoso Bosco, que desaparece para o interior do bosque, dando início a um cerco. E, um a um, os protagonistas vão ser confrontados com os seus piores medos, num pesadelo assassino que parece só poder terminar quando não sobrar ninguém para contar a história.