A indiferença
mata.
Por isso, há
que combater esta postura inaceitável de, face a “situações de injustiça,
exclusão ou bullying”, virar costas e
dizer que “não é um problema meu”.
Este “Opiniões
de Segunda” da Maria Sousa dá que pensar…
Ferramenta de divulgação interativa das atividades da BE e de promoção das literacias...
A indiferença
mata.
Por isso, há
que combater esta postura inaceitável de, face a “situações de injustiça,
exclusão ou bullying”, virar costas e
dizer que “não é um problema meu”.
Este “Opiniões
de Segunda” da Maria Sousa dá que pensar…
Nova edição do jornal
100 Fronteiras
Na
2.ª edição do jornal 100 Fronteiras, divulgamos as atividades da Associação
de Estudantes e ainda as “Opiniões de Segunda” que, semanalmente, foram publicadas
em janeiro e fevereiro.
![]() |
| 2.ª edição do jornal 100 Fronteiras |
Com
mais este número do jornal, o Núcleo da Rádio e do Jornal da Associação de
Estudantes, continua, com o apoio editorial da BE, a alimentar um projeto que
tem em vista a oferta de canais de comunicação, partilha, participação ativa
dentro da nossa Escola.
Contamos
contigo – com as tuas sugestões, críticas, textos, fotografias, criatividade.
Juntos, podemos construir uma Escola ainda mais viva, mais consciente, mais
responsável, mais nossa.
Boa leitura, aqui... e até à próxima edição!
O Núcleo da Rádio e do Jornal da Associação de
Estudantes
Que marca queremos deixar no
território que é nosso… e das próximas gerações?
Hoje
convido-vos a fazer algo simples… mas poderoso: olhar à vossa volta com
olhos de geógrafo.
Celebrar
o Dia da Geografia é isto mesmo — perceber que o território não é apenas o
lugar onde vivemos. É uma história viva, feita de montanhas, rios, cidades,
pessoas, cultura e escolhas.
Portugal
é um verdadeiro laboratório a céu aberto. Temos um litoral vibrante e
densamente povoado, e um interior mais sereno, marcado por paisagens rurais e
tradições antigas. Temos montanhas imponentes no Norte, vales como o do Douro,
do Tejo ou do Mondego, onde a natureza e a ação humana desenham paisagens
únicas. Tudo isto constrói a nossa identidade.
Mas
o território também sente. Sente os ventos extremos, as cheias que invadem as
margens ribeirinhas, os incêndios que todos os verões ameaçam florestas e
comunidades. Estes fenómenos não acontecem por acaso. Resultam da interação
entre clima, relevo, uso do solo e decisões humanas. E é aqui que entra a
Geografia: não apenas para descrever o que acontece, mas para compreender padrões,
antecipar riscos e planear soluções.
Quando
falamos do Alto Douro Vinhateiro, da Peneda-Gerês, da Laurissilva da Madeira,
dos Açores ou da Paisagem Cultural de Sintra, falamos de património. Mas
falamos também de responsabilidade. Como conciliar turismo, economia e
preservação? Como proteger sem travar o desenvolvimento? A Geografia ajuda-nos
a encontrar esse equilíbrio.
Estudar
Geografia é aprender a ler o mundo. É desenvolver espírito crítico. É perceber
que cada decisão — onde construir, como cultivar, como viajar — tem impacto no
ambiente e nas pessoas.
Por
isso, neste Dia da Geografia, deixo uma pergunta no ar: que marca queremos
deixar no território que é nosso… e das próximas gerações?
Porque
a Geografia não é apenas uma disciplina escolar — é o conhecimento que nos
permite compreender o nosso território e evitar erros que nascem da sua
ignorância.
Grupo de Geografia do AE de Ponte da Barca
No
“Opiniões de Segunda” desta semana, Miguel Silva reflete sobre a rotina e a
imprevisibilidade, no dia a dia.
Na
sua perspetiva, “cabe a cada um de nós decidir aquilo que é o melhor para o seu
bem-estar".
Cidadania
Digital: Uso seguro e responsável da Internet
“Cidadania
Digital: aprender a ser digital” foi o tema de uma interessante conversa que a equipa da Escola Segura da GNR dinamizou com
alunos do 1.º Ciclo do Agrupamento de Escolas de Ponte da Barca.
As sessões aconteceram no âmbito do “Dia da Internet Mais Segura”, que todos
os anos se assinala na segunda terça-feira de fevereiro, tendo os cabos Nuno
Freitas e José Pinheiro visitado as Escolas Básicas Diogo Bernardes, de Crasto
e de Entre Ambos-os-Rios, onde interagiram com os mais novos sobre o uso seguro
e responsável da internet.
O que colocamos na internet fica sempre na
internet, isto é, a nossa pegada digital nunca mais é apagada, o que significa
que devemos ter muito cuidado com o que fazemos e com o que dizemos, quando
estamos online, explicaram os agentes.
Entre os perigos, chamou-se a atenção para os
riscos de se falar com estranhos, ver conteúdos impróprios, divulgar dados
pessoais, negligenciando a privacidade, partilha de imagens e de vídeos
pessoais, roubo de identidade, mensagens fraudulentas que
induzem ao clique em links perigosos,
“phishing”, “cyberbullying”, descontrolo em relação ao jogo, compras online e
perturbações da saúde mental.
Esta problemática foi analisada com particular incidência no que diz respeito às redes sociais e à dependência dos jogos, com insistência na questão dos perfis falsos, o que faz com que nunca se saiba quem está do outro lado.
Boas
práticas de segurança digital
Num registo muito dinâmico e em diálogo constante
com os miúdos, foi, então, assumido o compromisso de adotar
boas práticas em termos de
segurança digital e de
proteção de dados e da privacidade em geral.
“Pensar antes de clicar” foi uma das regras
privilegiadas e, quando as coisas correm mal, é muito importante não responder,
sair imediatamente da internet e pedir ajuda a um familiar, a um professor ou
mesmo à própria GNR.
Depois de um momento em que foram abordados os perigos e armadilhas da Inteligência Artificial, com o alerta de que a responsabilidade é sempre do humano, que deve analisar com espírito crítico, apresentaram-se alguns princípios a não esquecer, quanto ao comportamento online:
Em suma, é fundamental fazer escolhas
conscientes, pensando sempre antes de clicar, numa conjugação de esforços para
se conseguir alcançar o lema deste ano para o “Dia da Internet Mais Segura”:
“Juntos por uma Internet Melhor!”
Recorde-se que estas sessões resultaram de um
trabalho articulado entre o Grupo 550 Informática, a Biblioteca Escolar, o
Departamento do 1.º Ciclo e a Escola Segura da GNR.
A Organização
![]() |
| RBE: https://www.rbe.mec.pt/np4/internet-segura.html |
Como proteger a privacidade num mundo
cada vez mais dominado por IA? Como fugir às "armadilhas" e reforçar
a proteção online?
À medida que os esquemas de burla continuam
a dominar no panorama da cibersegurança, acompanhados por novas ameaças
“alimentadas” por IA, o Dia da Internet Mais Segura volta a servir como um
alerta para a necessidade de reforçar a proteção no mundo digital.
Veja algumas recomendações, num texto
de Francisca Andrade…
Clube de Leitura: Viva a partilha e a
empatia!
O
Clube “Amigos do Livro”, do 1.º Ciclo da Escola Básica Diogo Bernardes, realizou
mais uma sessão, desta vez centrada na obra “O homem da nuvem escura”, de Inês
Vinagre, com ilustração de Sebastião Peixoto.
Orientada
pela Biblioteca Escolar, a conversa revelou-se um momento muito rico de troca
de experiências de leitura, com realce para a importância dos valores
humanistas da partilha e da empatia.
Face a um homem que vivia atormentado pelo
rodopio tormentoso da solidão, com toda a gente a afastar-se dele porque,
quanto mais triste ele se sentia, maiores eram a nuvem escura e as tempestades
que o perseguiam, vai acontecer algo de maravilhoso.
Os
maiores especialistas falham na compreensão do problema e não encontram um
remédio. O impasse só será resolvido quando se verifica o encontro do homem com
uma criança, também ela escorraçada, assim se mostrando como a partilha, a
empatia, a fraternidade, a amizade, o acolhimento fazem milagres na vida das
pessoas e das comunidades.
Recorde-se
que “O homem da nuvem escura” é recomendado pela Casa da Leitura e foi um dos livros
escolhidos para representar Portugal na Feira do Livro Infantil de Bolonha.
A
próxima sessão do Clube “Amigos do Livro”, a quarta, está prevista para 17 de
março, com outra obra a servir de mote para a partilha de ideias e a
socialização da leitura, num exercício pleno de autoestima, autonomia,
desenvolvimento do espírito crítico, fazendo leitores a partir dos livros.
Estas
atividades acontecem no âmbito da dinâmica resultante da candidatura
apresentada pela BE ao programa “Clubes de Leitura” do PNL2027.
Biblioteca Escolar