A Biblioteca Escolar
do Agrupamento de Escolas de Ponte da Barca
deseja a todos um excelente ano letivo!
Ferramenta de divulgação interativa das atividades da BE e de promoção das literacias...
Ponte da Barca tem 47 novos
estudantes
no Ensino Superior Público
Quarenta
e sete estudantes acabam de ver concretizado o seu sonho de ingresso no Ensino
Superior Público.
De
acordo com os resultados da 1.ª fase do Concurso Nacional de Acesso,
recentemente divulgados pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação, os
jovens foram colocados em 29 cursos
diferentes – a maioria dos quais na primeira ou na segunda opções –, distribuídos
por 13 instituições académicas.
Engenharia
Informática é o curso com mais colocados (sete), seguindo-se Economia (cinco) e
Engenharia e Gestão Industrial (três). Por sua vez, para os cursos de Direito,
Solicitadoria, Gestão, Marketing, Design Sustentável e Enfermagem entraram dois
estudantes.
Os
restantes 20 caloiros vão frequentar outros tantos cursos, a saber: Arqueologia,
História e Arqueologia, Filosofia, Administração Pública, Geografia, Relações
Internacionais, Comércio Internacional, Contabilidade, Organização e Gestão
Empresariais, Gestão e Planeamento em Turismo, Turismo, Ciências do Desporto,
Desporto e Lazer, Comunicação e Design Multimédia, Design de Ambientes,
Arquitetura, Ciências da Computação, Engenharia de Telecomunicações e Informática,
Engenharia de Materiais e Engenharia Biomédica.
Em
termos geográficos, a Universidade do Minho é a instituição que acolhe, tal
como é habitual, o maior contingente, nem mais nem menos do que 19 dos 47
candidatos, ou seja, 40% dos novos caloiros. Seguem-na a Universidade do Porto
(seis), o Instituto Politécnico de Viana
do Castelo (quatro), a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (quatro), a
Universidade de Aveiro (quatro), a Universidade de Coimbra (dois) e a
Universidade de Évora (dois).
Com apenas
um ingresso, surgem o Instituto Politécnico do Cávado e do Ave, o Instituto
Politécnico do Porto, o Instituto Politécnico de Bragança, o Instituto
Politécnico de Coimbra, o Instituto Politécnico de Leiria e o Instituto
Politécnico da Guarda.
Parabéns
a todos estes 47 jovens universitários e respetivas famílias pela conclusão da
escolaridade obrigatória e pelo ingresso no Ensino Superior. Uma palavra também
de felicitação à Escola Secundária e ao Agrupamento de Escolas de Ponte da
Barca, onde os estudantes construíram, durante anos, o seu percurso escolar e
foram desenhando um projeto de vida. Todos somos atores de mérito nesta
caminhada gratificante aos mais diversos níveis!
Para
esta nova etapa da sua formação e das suas vidas, o Agrupamento de Escolas de
Ponte da Barca expressa votos das maiores felicidades e sucesso pessoal e
académico! E que todos se mantenham sempre em sintonia com a Terra onde têm as
suas raízes e com a Escola onde aprenderam a fazer-se ao largo, cultivando o
nosso lema: “Transformar Vidas, Alimentar Sonhos, Projetar Carreiras!”.
Parabéns!
Sejam felizes!
A Direção
Professores Bibliotecários debatem
em Ponte da Barca
desafios da Inteligência Artificial
Os
professores bibliotecários de oito concelhos do Alto Minho reuniram-se num
encontro de trabalho na Escola Secundária de Ponte da Barca.
Sob
a orientação de Carla Gandra, Coordenadora
Interconcelhia da Rede de Bibliotecas Escolares (RBE), a jornada foi
aproveitada para partilhar boas práticas e reforçar laços de proximidade e de
cooperação, com a realização de um balanço dos projetos e atividades
desenvolvidos nas bibliotecas escolares ao longo do ano letivo, que está
prestes a chegar ao fim.
Num
segundo momento, os docentes bibliotecários de Ponte da Barca, Arcos de
Valdevez, Paredes de Coura, Caminha, Vila Nova de Cerveira, Valença, Monção e
Melgaço centraram a sua análise nos desafios e oportunidades da inteligência
artificial, levando a cabo um trabalho prático sobre a temática “ExperiêncIAs
na Comunicação e Marketing das Bibliotecas Escolares”.
Após
o almoço, visitaram a Biblioteca Escolar (BE) da Escola Básica Diogo Bernardes,
recentemente requalificada, na sequência de uma candidatura apresentada ao
programa “(re)Criar”, da Rede de Bibliotecas Escolares, e abordaram a BE como
promotora de práticas de desenvolvimento da sensibilidade e da criação estética
e cultural, com uma visita guiada pela zona ribeirinha e centro histórico de
Ponte da Barca, Centro Interpretativo do Património Fernão de Magalhães e
"Alto Minho 4D – Viagem no Tempo: Rota do Românico ao Gótico”.
Foi
mais uma jornada muito produtiva de trabalho e convívio, que contou com o apoio
dos Pelouros da Educação e Cultura da Câmara Municipal e também da Direção do
Agrupamento de Escolas de Ponte da Barca.
Biblioteca Escolar
Um encontro entre a escola, cultura, famílias e
comunidade
No último dia de junho, realizou-se, ao fim da tarde,
a atividade "À descoberta do
Centro Histórico de Ponte da Barca".
Esta iniciativa reuniu alunos, encarregados de educação
e profissionais do Agrupamento de Escolas, tendo-se proporcionado um agradável
momento de convívio, partilha e descoberta do património histórico e cultural
do concelho de Ponte da Barca.
Ao longo do percurso, os participantes tiveram a
oportunidade de conhecer melhor alguns dos locais mais emblemáticos da sede do concelho,
num ambiente descontraído e enriquecedor.
A atividade revelou-se uma experiência muito positiva,
que permitiu aproximar famílias da comunidade local. Para além da vertente
cultural, este encontro constituiu um importante momento de fortalecimento das
relações entre a escola, as famílias e a comunidade, e reforçou a importância
da participação ativa dos encarregados de educação na vida escolar dos seus
educandos.
Fica o desejo de que esta tenha sido apenas a primeira
de muitas iniciativas que continuem a fortalecer os laços entre a escola, as
famílias e a comunidade, construindo, em conjunto, um Agrupamento cada vez mais
participativo, inclusivo e intercultural.
Francisca Fernandes, Mediadora Linguística e Cultural
Programa de rádio Leituras e Companhia participa em Encontro Regional de Meios de Comunicação Escolares
O Leituras e Companhia, programa semanal de rádio da responsabilidade da
Biblioteca Escolar do Agrupamento de Escolas, emitido ao sábado na Barca FM |
99.6, participou como convidado no I Encontro Regional dos Meios de
Comunicação Escolares, Verdade ou Consequência.
Promovido
pelo Agrupamento de Escolas de Freixo e pelo seu jornal digital Comunica, em parceria com o
Observatório sobre Media e Informação e Literacia (MILObs) da UMinho, o
encontro incluiu um painel subordinado ao tema “A escola perante o mundo atual:
o que discutir e porquê?”.
Com
a moderação da jornalista Fátima Faria, da RTP, o painel contou com
intervenções do professor Renato Ferreira, mentor e responsável pela produção
do Leituras e Companhia, e também da jornalista Cláudia Lobo e de Magda
Costa, do Conselho Executivo da Confederação Nacional das Associações de Pais
(CONFAP).
Foi
mais uma oportunidade para partilhar a prática de excelência que é o programa
de rádio, um projeto iniciado em novembro de 2012 e que, de uma forma
ininterrupta, mesmo no período de férias, trabalha, semanalmente, as literacias
da leitura, da informação, mediática e digital, exercitando os domínios da
escrita e da oralidade.
Na
sua intervenção, o professor Renato Ferreira explicou o processo de produção do
programa, tendo reforçado o cuidado na recolha de informação, a confirmação das
fontes, o cruzamento de dados, a seleção de textos, a elaboração de sínteses e
ainda o desenvolvimento das competências leitoras.
Como
mais-valia deste trabalho, realçou ainda as muitas leituras e pesquisas sobre
variados assuntos, que resultam na acumulação de um saber mais consistente
sobre determinados assuntos por parte dos colaboradores, o que lhes permite
discernir e avaliar de forma ponderada e assertiva a informação com que são
confrontados.
Sublinhou também que, como projeto de liberdade, a vertente humanista está presente nas muitas crónicas de opinião, nomeadamente na rubrica Opiniões de Segunda, que expressam, de uma forma singular, a assertividade de ver a pessoa e o mundo, segundo padrões éticos. Atentos à realidade, manifestam preocupações, sonhos e projetos de jovens que procuram ser felizes, solidários com o Outro, segundo ideais, valores e princípios estruturados na dignidade humana.
Inteligência Artificial, espírito
crítico e Educação
Outro
aspeto abordado foi a influência da Inteligência Artificial na difusão de
notícias, muitas vezes falsas, situação que exige um apurado espírito crítico
que conduza a um trabalho de certificação das fontes, para apurar a verdade dos
factos.
Neste
contexto, o professor Renato Ferreira reforçou a ideia da necessidade imperiosa
do uso da IA, com transparência e responsabilidade, e do desenvolvimento ativo
do espírito crítico para mitigar a desinformação automatizada. Sobre os
algoritmos nas redes sociais e dos modelos de linguagem que moldam a nossa
perceção da realidade, sublinhou urgência da criação de mecanismos de defesa
intelectual e tecnológica, pois a IA gera conteúdos com base em probabilidades
e não em verdades absolutas.
Quanto
à utilização da IA na escola, o represente do Agrupamento de Escolas de Ponte
da Barca considerou que a IA já entrou nas salas de aula – antes de haver um
consenso sobre como usá-la, muito menos reformas curriculares bem planeadas –,
quase sempre pela mão dos próprios alunos, sem critérios definidos, com todos
os riscos e incertezas.
O
professor Renato Ferreira mostrou-se, no entanto, otimista face às
virtualidades da IA neste âmbito e, a propósito, citou Marco Bento, da Escola Superior
de Educação de Coimbra: “integrar a IA na sala de aula resultaria numa ‘mudança
radical’ do modelo de aprendizagem no qual o currículo educativo deixaria de
ser transmitido e ‘passaria a ser construído em conjunto’”.
Esta premissa pressupõe um renovado papel do professor como facilitador, mentor e curador do conhecimento, fomentando a curiosidade, promovendo o pensamento crítico e orientando os alunos para o uso ético da tecnologia, concluiu o professor Renato Ferreira.
Saber desmontar uma notícia
No encontro
estiveram também presentes as professoras Flora Ribeiro e Cristina Pires e e
ainda o aluno Valentim Cerqueira, colaborador residente do programa Leituras e
Companhia, que, no período da manhã, participou num workshop com outros alunos
e professores, subordinado aos temas “Como descomplicar a informação nas redes”
e “o que pode ser notícia na escola? Critério, ideias e práticas”.
Tiveram
oportunidade de “desmontar uma notícia de uma influencer” que induzia os seguidores
em erros alimentares. No processo de certificação da informação, Valentim
Cerqueira consultou fontes, cruzou dados, redigiu a notícia, gravou-a e
publicou-a, seguindo o protocolo estabelecido, tendo merecido os aplausos de
todos os participantes no encontro.
De
facto, numa sociedade em que todos produzem e partilham conteúdos, mergulhando
o público num oceano de informação, é fundamental fazer apelo aos princípios
éticos, com a interrogação acerca do que dizer, como dizer e porquê dizer, na
medida em que tudo o que comunicamos tem um impacto, acarreta consequências.
Daí
o desafio da cidadania, aprendendo a questionar, a confrontar, a argumentar, a
procurar a verdade, a pensar no valor da informação, no poder da comunicação,
nas consequências da mentira e da desinformação e no papel que a escola pode e
deve ter na construção de uma sociedade mais informada e mais participativa.
Biblioteca
Escolar
A
concluir este ano letivo e esta série do “Opiniões de Segunda”, a Maria Clara
Marques partilha a sua mensagem final.
É a
voz da Presidente da Associação de Estudantes (e da aluna)…
Alunos do 2.º ano realizam
Diagnóstico da Fluência Leitora
Os alunos do
2.º ano do Agrupamento de Escolas de Ponte da Barca realizaram, entre os dias
11 e 18 de junho, o Diagnóstico da Fluência Leitora (DFL).
A
aplicação decorreu em cada uma das três escolas com 1.º Ciclo (EB de Entre
Ambos-os-Rios, Crasto e Diogo Bernardes), sob orientação dos respetivos professores
titulares de turma e da equipa da Biblioteca Escolar.
De
forma individual, num ambiente tranquilo e familiar, cada aluno foi convidada a
ler em voz alta um texto padronizado, durante um minuto, cabendo ao professor assinalar
o número total de palavras lidas e o número de palavras lidas incorretamente,
assim como o registo destes dados numa plataforma do EduQA.
Enquanto
decorria o diagnóstico, a equipa da Biblioteca Escolar dinamizou, com os restantes
alunos da turma, atividades de promoção do prazer da leitura.
Recorde-se que
o DFL – que este ano vai na segunda edição – é uma iniciativa do Ministério da
Educação, Ciência e Inovação, em articulação com a Rede de Bibliotecas
Escolares, que, enquanto ferramenta de apoio à prática pedagógica, pretende
medir, sem caráter classificativo, a capacidade de leitura, nomeadamente, a
velocidade e a precisão, e identificar atempadamente possíveis dificuldades,
para
implementação de estratégias de apoio.
Biblioteca Escolar