segunda-feira, 7 de junho de 2021

OPINIÕES DE SEGUNDA

 Dançar para o bem-estar!

Na crónica desta semana, Maria Lima e Safira Pontes fazem o elogio da música e da dança.

São manifestações artísticas que nos trazem “alegria e bem-estar”, de tal modo que – afirmam – “Quando dançamos, colocamos à prova as nossas competências artísticas, demonstramos a nossa criatividade, expressamos sentimentos, sentimo-nos livres, num mundo que tantas vezes limita os nossos direitos e impõe regras...”.

É caso para dizer: – Vai uma dança?!

"Em cada passo de dança, tornamo-nos mais livres".

"Dançar é desenhar com o corpo o poema que habita na alma." – Somos colegas, amigas, e a dança consolidou laços de uma amizade profunda. Desde muito cedo, encantou-nos esta forma de manifestação artística que nos permite sair de dentro de nós mesmos e entrarmos numa dimensão que nos traz alegria e bem-estar.

Ao longo da nossa vida, a música e, mais propriamente, a dança têm feito parte do nosso quotidiano e, através delas, contactamos com outras culturas e com novos estilos rítmicos. Tudo isto aumenta o nosso conhecimento e torna-nos cidadãs mais atentas, ativas e participativas no mundo que nos rodeia.

Quando dançamos, colocamos à prova as nossas competências artísticas, demonstramos a nossa criatividade, expressamos sentimentos, sentimo-nos livres, num mundo que tantas vezes limita os nossos direitos e impõe regras...

É também uma excelente maneira de nos mantermos física e psicologicamente ativas, o que contribui muito para o nosso bem-estar emocional. Exercitando o corpo, acabamos por ter um dia mais proveitoso, porque nos sentimos mais saudáveis, mais leves.  

Trata-se de uma forma de integrar num só momento a mente, o corpo e o espírito e esta integração que a dança traz à alma é fundamental para a vida! Quando dançamos, a única coisa que pretendemos é superar-nos e surpreender-nos... Em cada passo de dança, tornamo-nos mais livres.

Terminamos com uma citação de Paulo Coelho: "A dança é uma das formas mais perfeitas de comunicação com a inteligência infinita."

Maria Lima e Safira Pontes, 8.º ano.

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