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sexta-feira, 18 de janeiro de 2019


O Sonho comanda a Vida

Os alunos do 12.º ano, turmas A e B, lançaram mãos à obra e trataram de exercitar a expressão escrita.
Sob a orientação da professora Laura Rodrigues, docente de Português, deram largas à sua criatividade, produzindo um texto sobre a importância do sonho na vida do ser humano ou, se preferirmos, sobre o valor da “loucura” na história das nossas vidas e no progresso da Humanidade.
Partilhamos seis dos trabalhos…
“(…) só me interessam os doidos, doidos por viver, por falar, desejosos de tudo, que nunca bocejam nem dizem nada banal…, mas que ardem, ardem como fogos de artifício riscando a noite.”

Por mais que tentemos algo de original, haverá sempre alguém que já o conseguiu com maior mestria (geralmente, um asiático). Por este motivo, convoquei as palavras de Kerouac, escritor a tempo parcial, sonhador a tempo inteiro.
A realidade é limitada para o indivíduo de que vos falarei. Na sua cabeça, concebe um universo onde se refugia, provando, mediante uma demonstração nada matemática, que certos infinitos são maiores que outros. Estamos perante o louco, o sonhador, o que potencia uma boa risada ao verbalizar, num tom grave e convicto, as idiotices pelas quais se rege. E é trespassado por olhares condenadores, mas permanece ileso. Reergue-se mais forte. Será ele uma praga? Com certeza. O sonho é uma epidemia que se alastra, por mais que nos administrem vacinas contra tal. E é este parasita que impele a raça humana em frente!
Em frente, não… Para cima, para os lados, para diagonais e curvas sinusoidais inimagináveis, rompendo com gráficos unidimensionais, aspirando a uma segunda, terceira, quarta, infinitas dimensões!
Num exercício meramente hipotético, se pregássemos a um quadrado a existência de um cubo, ele diria que somos doidos. Às vezes, é urgente elevarmo-nos, criando um eixo z, num mundo de pessoas quadradas.
De génio para louco, há uma fronteira intermitente.
Ousemos balouçar na corda bamba…
Sara Arezes


O sonho... é uma planta?
Vivo, diariamente, a questionar-me qual é o meu verdadeiro sonho, o que me pode fazer voar mais alto e no que realmente sou apaixonada.
Creio que sonhar faz, naturalmente, parte de nós e ter vontade de arriscar e de viver com mais cor é, sem dúvida, algo indispensável à nossa existência. Todos os caminhos precisam de uma motivação, de um trajeto, de um sonho.
Por coincidência, comecei a ler um livro que me ofereceram este Natal – "Trate a Vida Por Tu", de Daniel Sá Nogueira, um livro motivacional que, eventualmente, explica como cada um de nós pode chegar ao que sempre ou nunca sonhou, de maneiras mais ou menos "loucas" dependendo de cada um, porque cada ser humano é singular e especial.
Eu, como tantos outros jovens, idealizo o meu futuro e intriga-me pensar em como será. O sonho não me indica onde eu chegarei, mas é, claramente, a minha força impulsionadora para chegar cada vez mais alto, é uma aventura por um deserto desconhecido em busca de algo que nos parece platónico.
Finalizando, o sonho é uma planta que deve ser regada todos os dias para que cresça. Assim, cultivamos a nossa esperança, o nosso sentido de vida e o que nos faz, realmente, despertar depois de infelizes derrotas e melancolias.
Ariadna da Silva Araújo

O sonho é o comando da vida. É a partir do sonho que criamos objetivos e lutamos dia a dia para os realizar.
Fernando Pessoa, num dos seus poemas, diz “Deus quer, o homem sonha, a obra nasce”. Na minha opinião, não há maneira mais simples e fácil de descrever a importância do sonho na vida de qualquer pessoa.
Ao longo do percurso escolar, todos nós estabelecemos metas. Essas metas são criadas por nós próprios, tendo em conta um objetivo, um sonho, que para alguns passa por entrar na universidade e tirar um curso superior.
Também no passado foi o sonho e a “loucura” que fizeram de Portugal aquilo que é hoje. Não me refiro só aos Descobrimentos que foram, sem dúvida, o maior feito dos Portugueses, mas foi graças ao sonho de conquistar a liberdade que, no dia 25 de abril de 1974, muitos patriotas, com a sua ”loucura”, saíram à rua e lutaram. É por isso que Portugal é um país tal como hoje o conhecemos.
Em suma, se não fosse o sonho, o que é que guiaria a nossa vida? Como é que estabeleceríamos objetivos se não tivéssemos a “loucura” de sonhar?     
Armanda Cerqueira


Opiniões Reprimidas de um Pombo:
                O Homem é doido. Nunca vi espécie alguma a cometer tamanhas loucuras como só ele o faz. Ora agora quer isto, ora agora quer aquilo, quando dá por ela já está metido numa encruzilhada sem saída ou tem a cabeça a prémio.
 Olhem só aquelas criaturas que se foram sujeitar aos perigos do mar só porque teimaram que havia mais mundo… E o outro indivíduo? Aquele que pôs em causa todas as crenças sociais e religiosas (ou lá como se diz) só porque lhe deu para construir um telescópio? Louco! Mas o pior de tudo isto foram aqueles dois irmãos que decidiram que era possível uma pessoa voar! Se fizessem o que lhes compete! O Homem é um ser da terra, as sardinhas do mar e nós, somente nós, pertencemos aos céus. Intrometidos.
Eu já vi muito ser estúpido, mas não há espécie que lhe pare o pistão tantas vezes como a esta.
Para ser franco, sinto pena deles. Não conseguem dar prioridade às coisas verdadeiramente importantes: garantir a continuação da espécie, procurar um bom sítio para o ninho, fugir dos cães no parque… Enfim.
Carolina Fernandes


A importância da “loucura” na vida do ser humano
O ser humano tem evoluído ao longo do tempo. E essa evolução só é possível graças à “loucura”, sendo o sonho e o desejo o que nos torna suscetíveis à mesma.
Sonho e desejo, ambos imateriais, mas com a capacidade de mudar o real e fazê-lo por vezes parecer surreal. Estes, de acordo com a minha opinião, são conceitos benéficos, pois permitem a criação, a inovação e idealizam o progresso. Encontramos um bom exemplo na Guerra de Troia, onde os Gregos utilizaram o cavalo que permitiu enganar os troianos, fingindo a derrota. Essa ideia surgiu devido ao desejo de vitória e ao sonho de conquista.
Por vezes, a “loucura” é mais ousada e demonstra a sua força nos momentos mais críticos. O golo final de Éder que permitiu a Portugal ganhar o Euro2016 é um bom exemplo disso. Naquele momento, todos os Portugueses que derramavam lágrimas, os jogadores que vertiam suor, todos compartilharam da mesma “loucura”. Não havia o termo os Portugueses, pois éramos um só, éramos Portugal.
Finalizo, dizendo, apenas, que são estas qualidades que definem o ser humano e que, apesar de não podermos vê-las, podemos ver os seus efeitos. São várias as possibilidades e as portas que podemos abrir, quando estamos sob a influência da “loucura”.
Duarte Gomes


Os sonhos
Acerca dos sonhos, o que dizer? A meu ver, e na perspetiva de tantos outros, o sonho é a nossa maior esperança e, como tão bem sabemos, o sonho comanda a vida, ora positiva ora negativamente. As nossas ânsias têm a capacidade de alterar os nossos comportamentos e conceções de vida.
            Por um lado, uma vida sem sonhos equivale a uma casa sem janelas, uma biblioteca sem livros. Vivemos para o sonho e em função dele, numa busca incessante de sentido para a nossa caminhada no mundo. Refiro, a título de exemplo, o quanto lutamos e nos dedicamos para construir um futuro tão bom ou até muito melhor do que aquele que é idealizado, por exemplo, no que diz respeito à profissão. Não nos poupamos, para isso, a esforços, dominados pela expectativa de transformar o sonhado em realizado, pois não há nada de mais gratificante.
            Por outro lado, tendemos, por vezes, a elevar demasiado a fasquia das nossas ambições, sem olhar a meios para atingir os fins, ignorando que, para tal, sacrifiquemos os nossos pais e amigos, em particular, e todos os que nos rodeiam, em geral. A propósito, evoco tantos políticos que, sequiosos do poder, desrespeitam os cidadãos e os seus direitos, perseguindo aqueles que se opõem aos seus ideais e convicções, denunciando a hipocrisia das palavras que proferem e revelando o lado obscuro dos desejos.
            Em suma, afirmo, convictamente, que o sonho é o meio de construção e realização pessoal e social do Homem, alicerce do futuro e, simultaneamente, um caminho que se não for traçado com moderação e confiança pode desencadear frustração, descontentamento e abatimento, sentimentos que em nada enriquecem. Lutemos, então, incessante e cuidadosamente pelas nossas aspirações e, consequentemente, por um mundo onde é bom viver!
Inês Barbosa Costa

segunda-feira, 1 de outubro de 2018


Ser Português é…

Numa das primeiras aulas de Português do presente ano letivo, dedicada a uma oficina de escrita, os alunos das turmas A e B, do 12.º ano, foram desafiados a exprimir a sua opinião sobre Portugal e os portugueses.
Denunciando uma acentuada capacidade crítica ou até um notável sentido de humor dos seus autores, eis alguns trabalhos que evidenciam as qualidades, mas também os defeitos que caraterizam o povo lusitano.
Professora Laura Rodrigues

     Ser português é carregar em si uma nação repleta de história e conhecimento, é ter nas veias o sangue e a coragem dos mais audazes, é tradição e admiração.
     Ser português é orgulhar-se da sua história e das suas origens, é sofrer com as derrotas e vibrar com as conquistas. É apoiar o nosso povo em qualquer lado e em qualquer circunstância.
     Um bom português aprecia um bom copo de vinho e um prato cheio de comida. Aprecia desde as tripas ao bacalhau, do verde ao maduro. Dança o folclore ao toque de uma concertina e canta o fado ao som de uma guitarra. Um bom português sabe sofrer e continua a lutar. Encontra paz, ao som do rebentar das ondas do mar que outrora tanta dor o fez passar.
     Português é aquele que sai levando consigo o seu país e contando em um dia regressar. É aquele que acolhe os povos que nos visitam como se fossem da família. Ser português é ajudar.
     Mas ser português é muito mais que isto, é união e amizade, é muita comida e bebida, é futebol, é música, ser português é tanta coisa. Mas acima de tudo e de qualquer outra coisa, ser português é orgulhar-se deste pequeno e belo país à beira mar plantado.
Maria Armanda Cerqueira, 12.º A
Mariana Leitão, 12.º A

No ano de 1179, por meio da Bula “Manifestis Probatum”, documento redigido pela Sede Papal do Vaticano, o equivalente à atual Organização Mundial de Saúde, foi finalmente reconhecido pela comunidade internacional o transtorno psico-fisiológico-social que hoje em dia afeta mais de onze milhões de pessoas: “ser português”.
A epidemia foi contraída pelo paciente zero, D. Afonso Henriques, que se autodiagnosticara em 1143, e alastrou-se ao longo de quase um milénio, chegando mesmo a atravessar continentes.
Sintomas de que poderá “ser português”: o doente revela uma tendência sistemática para não cumprir horários, usando expressões como “lá para as onze e pico…” ou “às duas e tal…”; o paciente demonstra um total desrespeito para com o sistema de tributação fiscal vigente, através de atitudes como fuga aos impostos e não passar fatura; o típico português é impelido a comer arroz em toda e qualquer refeição (inclusive sobremesas), ignorando a importância de outros hidratos; o infetado começa a demonstrar memória curta, elegendo líderes demagogos e irresponsáveis, cujas ações visam a satisfação do povo, a curto-prazo, sem salvaguardar o futuro; a infeção do vírus lusitano resulta ainda no perpétuo descontentamento para com a pátria, mas paradoxal amor à nação, olhando os tempos idos com nostalgia e saudade.
Ainda não existe cura definitiva, mas o tratamento mais recomendado pela Comunidade Europeia é emigrar para a França. Um dos efeitos secundários deste procedimento é a “azeitice”, que consiste na utilização constante de terços, fieiras de ouro e camisolas da Seleção Portuguesa de Futebol.
Isto é ser português
João Sousa, 12.º A
Sara Arezes, 12.º A

Enquanto jovens cidadãs de um país tão diminuto, mas com tanto para oferecer, torna-se imperativo valorizar e, consequentemente, dar a conhecer aquilo que Portugal tem de melhor. Porque, afinal de contas, ser português é ter coragem, ambição, dedicação, espírito de aventura, amor à pátria, amor ao mundo.
Desde os tempos remotos que os portugueses se têm afirmado como seres inigualáveis, desde sempre que alcançam inúmeros e grandiosos feitos. Como prova disso, não podemos ficar indiferentes à época que se revelou como o auge do povo lusitano, os Descobrimentos, momento no qual se deram novos mundos ao mundo, no qual se enfrentaram todos e quaisquer obstáculos, o que permitiu um enriquecimento tanto a nível pessoal, para os nossos marinheiros, como económico e cultural para o país. Relembrar o passado é relembrar não só o auge como também os momentos mais difíceis e daí destacar a bravura, a união e a luta pela liberdade, pelos direitos de Portugal, pondo sempre em prática o lema “O povo unido jamais será vencido”.
E que bom é ser português neste tempo presente. E porquê? Porque continuamos a desempenhar um papel crucial. Somos os melhores nos mais variados domínios. Joana Vasconcelos na arte plástica, Cristiano Ronaldo no futebol, António Guterres e Marcelo na política, Salvador Sobral na música, por aí adiante…
Enfim, desde sempre e para sempre que é um orgulho pertencer a esta nação, porque ser português é honrar o passado, trabalhar e viver o presente e procurar melhorar o futuro!
Inês Costa, 12.º B
Joana Ferreira, 12.º B

Ser português é um fardo, é carregar uma grandiosa história aos ombros, é ter a correr nas veias o sangue de um lutador.
Portugal fora outrora dos maiores países do mundo, um país com um povo ambicioso, que levou a nação a novas conquistas e à evolução. Ser descendente destes bravos homens desperta em cada um de nós uma necessidade constante de corresponder às expectativas passadas, desperta uma vontade de ser mais, de ajudar o mundo a evoluir em nome de Portugal.
A aventura que nos vai no sangue leva-nos a partir para o desconhecido sempre que o desejo de alcançar novos horizontes fala mais alto. Somos um povo capaz e talentoso, com grandes nomes em diversas áreas, desde o Ronaldo, no futebol, até Pessoa e Saramago, na literatura.
Somos uma nação rica em cultura, “nunca lhes faltando amabilidade e vontade de ajudar o próximo”, dizem os estrangeiros. Detemos a chama da revolução. Somos uns patriotas desmedidos, de alma grande e mão ao peito.
Ser português é procrastinar, é comer bem e preservar as tradições. Ser português é ser campeão europeu. Ser português é ser um campeão no mundo.
                                                           Carolina Fernandes, 12.º B
Cristiana Tenente, 12.º B

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Vencedores do Concurso “Um Conto de Natal"

A entrega dos prémios do concurso de escrita criativa “Um Conto de Natal” decorre no próximo sábado, pelas 15 horas, no Mercado de Natal que, entre 17 e 22 deste mês, está aberto ao público na Praça da República, em Ponte da Barca.

Promovido pela Biblioteca Municipal em articulação com o Agrupamento de Escolas, o concurso mobilizou alunos dos 2.º e 3.º Ciclos do Ensino Básico e também estudantes do Secundário, que deram largas à sua imaginação/ criatividade, produzindo inéditos sobre o espírito natalício.

O júri, constituído por um elemento da Biblioteca Municipal, um docente do Agrupamento de Escolas e um representante dos Encarregados de Educação do Agrupamento, depois de analisar os trabalhos concorrentes, deliberou reconhecer a qualidade dos seguintes participantes:
Biblioteca Escolar

sábado, 26 de novembro de 2016

Concurso “Um Conto de Natal”


Termina na próxima sexta-feira, dia 2 de dezembro, o prazo para a entrega dos trabalhos candidatos ao concurso de escrita criativa, subordinado ao tema “Um Conto de Natal”.
Desenvolvido em três escalões, o concurso está aberto à participação dos alunos dos 2.º e 3.º Ciclos do Ensino Básico e ainda dos estudantes do Ensino Secundário, que são desafiados a produzir uma narrativa real ou ficcionada. 
O certame é promovido pela Biblioteca Municipal, registando-se a colaboração do Agrupamento de Escolas de Ponte da Barca que, através dos professores de Português e da Biblioteca Escolar, está a diligenciar a operacionalização da atividade junto dos seus alunos.

Biblioteca Escolar

quarta-feira, 2 de março de 2016

Beatriz Lamas Oliveira fala da paixão
pela escrita e pela Natureza


A paixão pela leitura e pela escrita e o amor à Natureza e à vida selvagem estiveram no centro de uma interessante conversa que Beatriz Lamas Oliveira manteve com os alunos do 5.º ano da Escola Básica Diogo Bernardes.
Ao longo de duas sessões, a autora de “O Mocho Sábio” e “O Clube das Efes” partilhou com os discentes o seu fascínio pelo universo dos livros e do desenho/ pintura, segredando-lhes que para se gostar de escrever é preciso apanhar o gosto pela leitura.
Dr. Carlos Louro, Diretor do Agrupamento,
oferecendo uma lembrança à convidada
A escritora foi presenteada com um quadro pintado pela Professora Carmem Coelho:
as doninhas Faia, Flor e Freixo inspiraram o trabalho.
“Quando era miúda, descobri este mundo fantástico e comecei a ler tudo o que encontrava, lia, lia, lia, muitas vezes às escondidas, apesar de os adultos me dizerem que fazia mal aos olhos e cansava a cabeça. Foi o início da paixão pela escrita, porque ler estimula a imaginação” – explicou Beatriz Lamas Oliveira.
Convidada pela Biblioteca Escolar no âmbito do ciclo “À conversa com…”, a escritora falou em pormenor da sua mais recente obra – “O Clube das Efes” – e da aldeia no Entre Douro e Minho onde tudo acontece e onde não há o mínimo ruído que incomode os animais.
Com o apoio das ilustrações do livro – de que também é autora –, Beatriz Lamas Oliveira recontou a história a uma plateia de alunos sempre muito atenta e desperta para a importância da proteção da Natureza, bem personificada na figura do protagonista, o Filipe, e no seu interesse pela vida selvagem e pelas doninhas Faia, Flor e Freixo.
Beatriz Lamas Oliveira é médica e, desde a adolescência, desenha, pinta e escreve, atividades que considera essenciais para se sentir útil, viva e em estreita relação com a Natureza. Em 1999, esteou-se com o romance “O Inseto Imperfeito” e, recentemente, lançou uma coleção sobre vida selvagem, direcionada para crianças e adolescentes. Depois de “O Mocho Sábio” e “O Clube das Efes”, está para breve o terceiro título, “A Raposa Sebastiana”.  
Prof. Luís Arezes

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Somos crianças! Fazemos coisas sérias a brincar
  

No âmbito do encerramento do ano letivo, a turma do 4.º A apresentou, no auditório do polo 2, um teatro de fantoches adaptado do livro digital que um grupo de alunos da turma escreveu, “A aventura da família Carvalho”.

Envolvidos na preparação de fantoches e ensaios de teatro, a turma do 4.º A participou entusiasmada, pois teve oportunidade de mostrar ao público, que assistiu às representações, o seu talento.

Assistiram todos os alunos de Ensino Especial (maratona da leitura), do Pré-escolar e do 1.º Ciclo, que se mostraram participativos e se divertiram.

Esta foi uma atividade prática muito enriquecedora da imaginação e da criatividade, que teve como animadoras as professoras Sameiro Estrela, da equipa da Biblioteca Escolar, e Cristina Ribeiro, titular da turma.
Professora Sameiro Estrela (Biblioteca Escolar)

sexta-feira, 15 de maio de 2015

ESCRITA CRIATIVA

Livro digital “A Aventura da Família Carvalho”

“A Aventura da Família Carvalho” é um livro digital que surge no âmbito da atividade para a promoção da leitura e do gosto pela escrita criativa que a equipa da Biblioteca Escolar vem prestando aos alunos que, voluntariamente, acorrem a esta estrutura nos seus tempos livres, para apoio ao estudo e/ou aconselhamento pessoal.
Um grupo de 4 alunos do 4.º ano da turma A – o Gonçalo Gonçalves, a Francisca Garcia, a Cristiana Rocha e o Miguel Barbosa – aderiu com entusiasmo ao convite para fazerem parte de uma oficina de escrita, com o objetivo de escrever um livro.
O contributo imaginativo de todos, sob a coordenação da Professora Sameiro Estrela e do Professor Jorge Rocha, da equipa da Biblioteca, resultou neste trabalho, desenvolvido com muita dedicação, em inúmeros intervalos passados na Biblioteca.
O Gonçalo Gonçalves ofereceu um contributo acrescido, na medida em que é o autor das ilustrações da obra, produzidas com engenho e arte no “Paint”.
Apresenta-se aqui o produto final do longo trabalho realizado…
Biblioteca Escolar

domingo, 5 de outubro de 2014

NO DIA DO PROFESSOR...


Para mim, um professor deve ser alegre, simpático e muito paciente.                                                                                                                   
Hugo Antunes, 8º B

O professor é um amigo, um amigo verdadeiro, que nos ensina e dá conselhos.                                                                                                        
Leandra Armada, 8º B

Um dia, aprenderam para ensinar. Hoje ensinam o que aprenderam, para o nosso futuro melhorar.
Ivone Amorim, 8º B

O Dia do Professor é um dia que nos toca particularmente, pois o professor é como um familiar próximo.
Agostinho Antunes, 8º B          

Como varinha mágica, os professores ensinam o que já aprenderam. Às vezes aborrecem-nos, mas não é por mal, só nos querem ensinar, para que no nosso futuro não haja um ponto final.
Carolina Araújo, 8º B

Os professores são aqueles que nos ajudam a ultrapassar as dificuldades para chegarmos mais longe.
Pedro Freitas, 8º B

Ser professor é difícil, porque explicar muitas vezes a mesma coisa e falar alto todo o dia cansa.
Camila Barros, 8º B

O Dia do Professor é um dia extremamente importante para refletir sobre a sua carreira. Os pofessores são como pais e mães, são aqueles que tentam fazer de nós alguém na vida. 
Jorge Pereira, 8º B

Os alunos são ladrões do saber e o professor tem de satisfazer essa vontade indomável de aprender.
Sara Barreto, 8º B

Ser professor tem os seus aspetos positivos e negativos, porque feliz é aquele que ensina, embora sendo difícil, porque o professor tem de passar todos os seus cnhecimentos e o amor pela disciplina aos alunos, o que por vezes é complicado. Há professores que, se sentem algo de diferente em nós, tentam ajudar-nos, porque também já foram alunos... Sabem como é bom e útil ter a ajuda de alguém.
Ana Costa, 8º B

Os professores são pessoas que ensinam os alunos, dando um atenção especial aos que são “diferentes”. Por vezes, eles não podem ser como queríamos ou pensávamos que fossem, mas ajudam-nos a seguir os melhores caminhos. Às vezes, é aborrecido estar a ouvi-los, mas vale a pena o sacrifício.
Rodrigo Vasquez, 8º B

Desde cedo que eles fazem parte das nossas vidas, que nos ensinam, nos ajudam a enfrentar o futuro. A tarefa do professor não é só ensinar, é, também, compreender o aluno e ajudá-lo no que precisa. Cada docente marca-nos à sua maneira: uns de quem gostamos muito e outros que nem por isso. Cada um tenta dar o seu melhor, e isso nós só temos que agradecer: pelo esforço, pela compreensão, pela paciência.
Os professores são como uma segunda família que nos apoia e abdica de muita coisa por nós.
Em suma, o nosso futuro deve-se em grande parte aos professores. Só podemos agradecer-lhes. 
OBRIGADA!                                
Ariadna Araújo, 8º B

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

A Viagem e as Aventuras 

Os alunos da turma A do 2.º ano de escolaridade da Escola Básica e Secundária de Ponte da Barca decidiram dar largas à sua imaginação, escrevendo uma história intitulada “A Viagem e as Aventuras”.
Sob a orientação da professora Helena Sena, o trabalho começou no último ano letivo, com a aventura a seguir cada uma das letras do abecedário. Aqui e acolá, o interesse torna-se ainda mais especial, quando a letra que está a ser explorada coincide com o nome de alguma menina ou menino.
Elaborado o texto na sala de aula, num processo de escrita colaborativa, é a vez de os alunos envolverem as respetivas famílias na produção da ilustração.
Neste momento, o trabalho está na letra “N”, esperando-se que o projeto fique concluído até ao final do corrente ano letivo.
A título meramente exemplificativo, publicamos em formato digital dois dos trabalhos, o da Madalena Silva e o da Inês Silva…

E-book da Madalena Silva:
E-book da Inês Silva:

terça-feira, 12 de março de 2013

e-Book “Uma História na Floresta”

Já está disponível o e-Book “Uma História na Floresta” que reúne os trabalhos apurados para a fase final do concurso de expressão escrita com o mesmo nome, dinamizado pelo Grupo Disciplinar de Português e pela Biblioteca Escolar.
Com esta iniciativa, desenvolvida em dois escalões – 1.º e 2.º ciclos do Básico –, pretendeu-se favorecer a autonomia e o espírito crítico dos alunos, desafiar a sua criatividade e o exercício da expressão escrita e, ao mesmo tempo, contribuir para o aprofundamento de princípios de cidadania ambiental e de uma cultura cívica promotora da defesa do meio ambiente e dos recursos naturais de que o Concelho de Ponte da Barca é tão rico.
Os textos agora publicados em suporte digital constituem, em nossa opinião, um interessante documento que bem poderá servir de ponto de partida para um trabalho de educação ambiental e de aprofundamento de uma atitude cívica cada vez mais responsável na relação que todos somos chamados a manter com a Natureza.
Pode aceder ao e-Book, clicando aqui…

À Conversa com... Evandro Morgado
Este projeto surgiu na sequência do trabalho desenvolvido, no último ano letivo, no âmbito da participação do Agrupamento na 10.ª edição do Prémio Fundação Ilídio Pinho, centrada na temática dos recursos naturais locais, nomeadamente, a floresta.
Este ano, para além do concurso de expressão escrita, esta riqueza tão importante do Concelho de Ponte da Barca esteve ainda presente no concurso de leitura do 1.º ciclo que trabalhou a obra “Os Guardiões das Florestas”, da autoria de Márcia Morgado e Evandro Morgado.
Evandro Morgado que, na próxima quinta-feira, participa em três sessões com todos os alunos dos 3.º e 4.º anos do Agrupamento.
Prof. Luís Arezes

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013


e-Book “Geração Móvel e Desafios”
 
Já está disponível on-line o e-Book “Geração Móvel e Desafios” que reúne os melhores trabalhos do concurso de expressão escrita dinamizado pelo Grupo Disciplinar de Português e pela Biblioteca Escolar.
A iniciativa desenvolveu-se a propósito da celebração do “Dia Europeu da Internet mais Segura”, que se assinalou a 5 de fevereiro com o objetivo de promover a inclusão digital e uma utilização crítica, consciente e segura da internet.
O e-Book que agora publicamos constitui um interessante documento que bem poderá merecer uma leitura e reflexão, por parte dos colegas dos autores dos trabalhos e da comunidade educativa em geral.
Porque, como lembra Mariana Antunes, “‘tu até te podes esquecer do que fazes na internet, mas a internet nunca se esquece!’”. E “depois pode ser tarde para se remediar o erro cometido” (Vanda Tavares).
Pode aceder ao e-Book, clicando aqui.
 
          Os Coordenadores do Grupo Disciplinar de Português
e da Biblioteca Escolar

terça-feira, 16 de outubro de 2012




Novos títulos sobre a Escrita

O fundo documental da Biblioteca Escolar do Polo 1 da Escola-sede acaba de ser enriquecido com mais cinco títulos relacionados com a problemática da escrita.

Editadas e oferecidas pela Universidade do Minho no âmbito do trabalho em parceria que está a ser desenvolvido com o Agrupamento de Escolas de Ponte da Barca, as obras constituem um excelente contributo para uma reflexão aprofundada sobre os desafios do ensino da escrita.

Dois dos livros são as atas dos I e II Encontros de Reflexão sobre o Ensino da Escrita e têm como títulos, respetivamente, “Ensinar a Escrever. Teoria e Prática” e “A Escrita na Escola, Hoje: Problemas e Desafios”.

Os restantes são os seguintes:

·         “Escrita: Percursos de Investigação”, de José António Brandão Carvalho;

·         “Escrita: Construir a Aprendizagem”, de Luís Barbeiro;

·         “A Escrita Criativa no Contexto Escolar. Exemplificação de uma prática no terceiro ciclo do ensino básico”, de Margarida Cachada.

Aqui fica a epígrafe apresentada nesta última obra: “Para mim, a educação tem de produzir criadores, mesmo que não sejam muitos, mesmo se as criações de um são limitadas em relação às de outro. Mas é preciso produzir inventores, inovadores, e não conformistas…” (Jean Piaget).

Prof. Luís Arezes

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Dia Europeu da Internet Segura

Cuidados a ter
para um uso seguro da internet

Os alunos dos 4.º, 5.º e 6.º anos de escolaridade participaram num ciclo de sessões de sensibilização para uma utilização mais segura e crítica da internet por parte dos cidadãos.
As sessões, desenvolvidas pelos professores do Grupo de Informática, em articulação com a Biblioteca Escolar, aconteceram no âmbito do Dia Europeu da Internet Segura que, este ano, se celebrou no dia 7 de fevereiro, sob o lema “Aproximar Gerações”.
Abertos à participação dos pais e/ou encarregados de educação, os encontros chamaram a atenção dos alunos para os perigos associados a um mau uso da internet.
Do debate estabelecido, resultaram as seguintes recomendações:
·        Nunca fazer amizades com pessoas conhecidas pela Internet;
·        Nunca enviar fotografias pessoais a desconhecidos;
·        Nunca divulgar informação pessoal;
·        Nunca descarregar no computador imagens enviadas por desconhecidos;
·        Nunca responder a mensagens agressivas ou obscenas;
·        Nunca confiar no que um estranho diz quando comunica através da Internet.
Mais duas mensagens muito importantes: ninguém dá nada a ninguém, pelo que é fundamental ser muito cuidadoso na abordagem da publicidade enganosa, e é preciso pensar muito bem antes de publicar alguma coisa, porque, a partir desse momento, fica acessível a toda a gente, para sempre!
Numa segunda fase do encontro, os alunos participaram num jogo interativo de resposta múltipla, em que tiveram oportunidade de testar os seus conhecimentos sobre os princípios básicos de uso seguro da internet.
Ainda a propósito do Dia Europeu da Internet Segura, o Grupo de Informática dinamizou um concurso de criação de uma imagem relacionada com o tema “Aproximar Gerações”, seguindo o slogan "descobrir o mundo digital em conjunto… com segurança!”, e apresentou, nas salas da Biblioteca Escolar dos polos 1 e 2, um conjunto de trabalhos realizados pelos alunos.
Também o Grupo Disciplinar de Língua Portuguesa/Português se associou a esta efeméride, operacionalizando mais uma edição do concurso de expressão escrita “Geração Móvel: Desafios”.
Pode conhecer aqui três trabalhos de reconhecida qualidade...
Luís Arezes, professor bibliotecário