- Filme do Agrupamento de Escolas para o concurso nacional da Rede de Bibliotecas Escolares ("CURTAS NA BE"), realizado pelos alunos do curso profissional técnico de multimédia, com orientação do professor Pedro Cerqueira.
Ferramenta de divulgação interativa das atividades da BE e de promoção das literacias...
quinta-feira, 12 de maio de 2016
Curtas Rede de Bibliotecas Escolares
terça-feira, 10 de maio de 2016
Ponte da Barca em destaque na sessão
nacional
do Parlamento dos Jovens / Básico
A equipa da
Escola Básica e Secundária de Ponte da Barca, constituída pelos alunos do 9.º
ano Sara Arezes e Vasco Ribeiro, esteve em destaque na sessão nacional do
Parlamento dos Jovens 2016 / Ensino Básico, que decorreu na Assembleia da
República, nos dias 2 e 3 de maio.
Representando o
Alto Minho, juntamente com a EBS de Barroselas e o Colégio de Campos, a
comitiva barquense teve uma participação muito relevante, com Sara Arezes a
desempenhar as funções de porta-voz distrital.
A assertividade
e convicção das suas intervenções mereceram o aplauso geral, de tal forma que o
“Projeto de Recomendação” apresentando pelo Distrito de Viana do Castelo foi
aprovado na íntegra em sede de Comissão, que integrava ainda Aveiro, Lisboa,
Faro, Madeira e Braga.
Subordinado ao
tema genérico “Combate ao Racismo,
Preconceito e Discriminação”, o Parlamento dos Jovens prosseguiu com a
sessão plenária, tendo os deputados merecido a honra de levar a cabo a
discussão do documento final na sala principal do Palácio de S. Bento.
Mais uma vez, o
Alto Minho e a sua porta-voz estiveram à altura das suas responsabilidades,
convencendo o plenário do mérito das suas propostas.
O balanço final
foi muito positivo, como o prova o facto de duas das dez medidas da “Recomendação à Assembleia da República” serem
da autoria da nossa delegação.
Para além de ter proporcionado o exercício da
cidadania, mediante o debate democrático de ideias e a apresentação de
propostas de resolução dos problemas, o Parlamento dos Jovens constituiu uma
excelente ação que proporcionou ainda aos seus participantes vivências muito
ricas, ao nível do intercâmbio e do contacto com estudantes de todo o País.
Para os alunos Sara Arezes e Vasco Ribeiro –
que desde a fase distrital à final nacional foram sempre acompanhados pela
professora Madalena Peres – foram dias intensos e memoráveis, também pelas
amizades criadas.
A Organização
domingo, 8 de maio de 2016
LIVRO DIGITAL
Os alunos dos 2.º, 3.º e 4.º anos da Escola Básica de Crasto lançaram mãos ao trabalho e resolveram dar largas à sua criatividade.
Sob a orientação das respetivas professoras titulares, envolveram-se num projeto de escrita colaborativa e o resultado final é este livro digital intitulado “O esquilo solidário”, que agora desejam apresentar à comunidade.
Trata-se de uma estória cheia de encanto e de magia, que faz apelo aos valores da generosidade, da educação ambiental e da cidadania e que, acima de tudo, nos deixa uma mensagem intemporal: “Partilhar aquilo que temos e sabemos torna-nos mais felizes!”
Boas leituras!
Biblioteca Escolar
quinta-feira, 28 de abril de 2016
Escola vence distrital do Concurso de Leitura
A Escola Básica
e Secundária de Ponte da Barca fez o pleno na fase distrital do Concurso
Nacional de Leitura, disputada em Caminha.
Pela primeira
vez na história do certame – que já vai na sua décima edição –, aconteceu algo
de surpreendente: o primeiro lugar nos dois escalões em disputa foi conquistado
por alunos da mesma escola.
| Sara Arezes, vencedora no escalão do 3.º ciclo |
| Cristina Azevedo, vencedora no escalão do secundário |
No 3.º ciclo, o
júri declarou vencedora Sara Arezes, do 9.º ano, enquanto no secundário o
troféu foi atribuído a Cristina Azevedo, do 11.º ano.
A EBS de Ponte
da Barca foi, assim, duplamente aplaudida pela plateia que lotou o Teatro
Municipal Valadares, constituída por estudantes e professores das escolas do
Alto Minho.
A sessão contou
ainda com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Caminha, do vereador
da Cultura, da gerente do balcão local da Caixa de Crédito Agrícola, que
patrocinou os prémios, e de Teresa Calçada, membro do grupo de trabalho que em
1996 definiu os princípios orientadores do Programa Rede de Bibliotecas
Escolares, de que foi coordenadora até há bem pouco tempo, e presidente da mesa
da assembleia da Associação para o Voluntariado de leitura, no âmbito da qual
integra o projeto Voluntários de Leitura.
![]() |
| Comitiva barquense (da esquerda para a direita): Rita Amorim, Margarida Silva, Inês Costa, Carlota Rego, Cristina Azevedo e Sara Arezes |
Às duas alunas
de Ponte da Barca cabe agora a responsabilidade, mas também a honra, de
defender as cores do Alto Minho na final nacional, no início de julho.
Recorde-se que
o concurso é promovido pelo Plano Nacional de Leitura (PNL) em parceria com a
Rede de Bibliotecas Escolares (RBE), a Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e
das Bibliotecas (DGLAB), o Camões IP, a Direção-Geral da Administração Escolar
(DGAE) e a RTP1.
Prof.
Luís Arezes
terça-feira, 19 de abril de 2016
Ainda "LER É SABER +"
Prosseguindo a
iniciativa “Ler é Saber +”, publicamos mais quatro depoimentos de leitura,
desta feita da autoria de alunas do 10.º ano.
Trata-se de
experiências amadurecidas no âmbito do “Contrato de Leitura” realizado sob a
orientação da docente de Português, Professora Frederica Cascão.
Porque a leitura
é uma ferramenta preciosa que ajuda a estruturar o pensamento, alarga
horizontes, forma cidadãos, insistimos no desafio – “Venham daí mais
depoimentos para partilhar…”.
Boas Leituras!
Biblioteca Escolar
“O Mundo de Sofia”, de Jostein
Gaarder
Jostein nasceu no mês de agosto, em Oslo (Noruega). É
autor de romances filosóficos, de contos e de histórias. Foi professor de Filosofia
no ensino secundário, antes de iniciar a carreira literária. Foi, precisamente,
o sucesso deste livro que o fez dedicar-se à escrita, a tempo inteiro.
Na véspera do seu aniversário de 15 anos, Sofia começa
a receber bilhetes e cartões postais bastante estranhos. Os bilhetes são
anónimos e perguntam-lhe quem ela é e de onde vem o mundo. Os postais foram
supostamente enviados do Líbano, por um major desconhecido, para uma tal Hilde,
jovem que Sofia desconhece.
Mesmo antes de ter tempo para encontrar uma resposta
para tais enigmas, Sofia recebe outra carta e outra, não para de receber tais
cartas filosóficas anónimas e não descansa enquanto não descobre quem lhas
envia.
O mistério dos bilhetes e dos postais são o ponto de
partida desta aventura filosófica. De capítulo em capítulo, de lição em lição,
o leitor é convidado a pisar toda a história da Filosofia ocidental – dos
pré-socráticos aos pré-modernos.
Mariana Lima, 10.º ano
“A Cidade dos Ossos”,
de Cassandra Clare
A série “Os Caçadores de Sombras”, escrita pela autora
americana Cassandra Clare, nascida a 27 de julho de 1973, é constituída por
seis livros (A Cidades dos Ossos, A Cidade das Cinzas, A Cidade de Vidro, A Cidade dos Anjos Caídos, A Cidade
das Almas Caídas e A Cidade do Fogo
Celestial) e pertence à coleção/saga “Os Instrumentos Mortais”.
Estes livros contam-nos a história de Clary, a protagonista,
que é uma rapariga normal aos olhos de humanos comuns. Na verdade, ela é filha
de dois “Caçadores de Sombras”, humanos com sangue angelical nas suas veias, o
que lhes concede habilidades fantásticas de guerreiro, cujo “trabalho” é
proteger a humanidade de criaturas demoníacas e do mal, sendo o pai uma das
figuras mais temidas e perigosas da comunidades dos “Caçadores”, algo que a sua
mãe tentara esconder a todo o custo. Infelizmente para a progenitora, o seu
objetivo falhou.
Aconselho fortemente a leitura, se possível, da saga
inteira, visto que é uma história única, com um estilo raro de fantasia escura,
acompanhada com a quantidade certa de aventura, romance, drama e suspense, com
personagens interessantes, algo importante para uma boa história.
Laura
Costa, 10.º ano
“Meu Pé de Laranja Lima”, de
José Mauro de Vasconcelos
“De pedaço em pedaço é que se faz ternura”.
É um gosto estar aqui a partilhar convosco o
livro que apresentei na aula de Português.
Esta é uma história sobre Zezé, um menino
de seis anos que vive com os seus pais e irmãos, família pobre. Zezé é
inteligente, sensível e criativo, mas muito traquina. Aprendeu demasiado cedo o
que era a dor e a tristeza, acabando por usar o mundo da imaginação para fugir
à realidade, tendo por confidente um pé de laranja lima, a que chama Xururuca.
É nesta fantasia que Zezé encontra a alegria de viver e a força para vencer as
suas adversidades.
Valeu a pena ler esta obra porque tem uma história simples, porém
belíssima, como ser criança e crescer, perdendo a inocência no processo. Esta
história também serve para nos lembrar que as crianças têm muito a ensinar-nos
com a sua visão descomplicada do mundo.
É uma leitura viciante e quase obrigatória.
Joana Mendes, 10.º ano
“A Concubina Russa”, de
Kate Furnivall
Fiquei interessada pelo livro no momento em que vi o título, “A
Concubina Russa”. Esta simples frase cativou-me, devido à raridade com que se
ouve e escreve, pelo menos hoje em dia, a palavra “concubina”.
Em todos os livros que lera, tinha encontrado esse termo poucas
vezes, mas nunca me dei ao trabalho de ir procurar o seu significado, por ser
irrelevante ao conteúdo das histórias em causa.
Descobri, agora, que concubina é, basicamente, um termo para designar
amante e/ou mulher ilegítima, que se usava mais no passado, e também um termo
para prostituta privada.
Esperava que o livro se concentrasse unicamente em romance, mas
estava errada. A contracapa refere também a coragem, a astúcia e a lealdade que
a personagem possuía, e nem era para com o seu interesse amoroso, era muito
mais, era para com sua mãe.
Por isso, decidi lê-lo e garanto que não fiquei desiludida.
Laura Costa, 10.º ano
quinta-feira, 14 de abril de 2016
Saramago ganha vida
A apresentação
pública de uma peça escultórica de José Saramago, da autoria do professor José
Félix, motivou uma sessão sobre o Prémio Nobel da Literatura, em que
participaram a Direção do Agrupamento, professores e os alunos do 12.º ano da
Escola Secundária.
Os
participantes aplaudiram a escultura, tendo o Diretor, Carlos
Louro, felicitado o autor da peça, uma obra singular que, segundo afirmou,
constitui uma interessantíssima representação de Saramago e um desafio a um
estudo mais atento do “Memorial do Convento”, por parte dos alunos do 12.º ano.
Na mesma linha
se pronunciou o professor José Félix, que alargou o apelo a todos os alunos,
porque – sublinhou – a Arte é um desafio para todos e é neste contexto que
considero importante deixarmos, na Biblioteca Escolar, este marco de um artista
das letras.
Considerando que os alunos do 12.º ano estão a iniciar o estudo do “Memorial do Convento”, a sessão incluiu um momento de tertúlia sobre esta obra.
Depois da
visualização do documentário da RTP da série “Grandes Livros”, a professora
Frederica Cascão falou da relevância que a arte musical assume na obra, com
destaque para Scarlatti e para o poder mágico da música do seu cravo.
Por sua vez, o
professor Soares Alves partilhou a sua experiência de leitor do romance,
sugerindo algumas pistas de abordagem e destacando a importância do tema da
justiça, ao longo da narrativa.
Aliás, o
Subdiretor do Agrupamento convidou mesmo os alunos a fazerem uma leitura do
“Memorial do Convento” à luz da atualidade ou vice-versa, dedicando especial
atenção às arbitrariedades e às injustiças.
Promovida pela
Biblioteca Escolar no âmbito da Semana das Artes, esta sessão pretendeu ser um
contributo para a divulgação do único Prémio Nobel da Literatura Portuguesa e,
ao mesmo tempo, despertar, entre os alunos do 12.º ano, um maior interesse pelo
estudo do “Memorial do Convento”, um romance polifónico, que remete para
inúmeras intertextualidades.
Prof.
Luís Arezes
segunda-feira, 4 de abril de 2016
Ler é Saber +
Dando
continuidade à iniciativa “Ler é Saber +”, sete alunos dos 8.º C, D e E
partilham as suas experiências de leitura levadas a cabo ao longo do 2.º
período.
São depoimentos
sobre outros tantos livros trabalhados no âmbito do Plano Nacional de Leitura,
sob a orientação da docente de Português, Professora Fátima Marques.
A avaliar pelo
que afirmam, numa coisa estão de acordo: “A leitura é uma fonte inesgotável de
prazer” (Carlos Drummond de Andrade). E uma ferramenta preciosa que ajuda a estruturar
o pensamento, alarga horizontes, forma cidadãos.
Venham daí mais
depoimentos para partilhar…
Biblioteca
Escolar
A Lua de Joana, de Maria Teresa Maia Gonzalez
Aconselho esta obra aos meus
amigos, uma vez que é um livro extraordinário, com um enorme significado, que
nos faz perceber que temos de dar atenção ao que nos rodeia, ao que está dentro
de nós. Ao lê-lo, percebi que “…não podemos deixar de pensar na forma como,
muitas vezes, relegamos para segundo plano aquilo que é realmente importante na
vida.”
Este livro mostra-nos como a
solidão e o sentimento de incompreensão nos pode afetar de uma maneira trágica,
fazendo-nos perder o sentido da vida.
Aqui fica uma das frases que
achei mais bonita: “E percebi que os sorrisos servem para uma data de coisas,
como por exemplo para tapar buracos que aparecem quando o mar das palavras se
transforma em deserto.”
Luna Joana Taveira
Dantas, 8.º D
Chocolate à Chuva, de Alice Vieira
“Este livro conta-nos a história de duas raparigas, Mariana
e a sua melhor amiga, que se ajudam uma à outra, nos bons e nos maus momentos.
Nesta história, Rita (a melhor amiga de Mariana) passa um
mau momento, uma vez que os pais se separam. Porém, ao longo da narrativa,
Mariana ajuda-a a perceber que aquela separação não é o fim do mundo e que
aquele pesadelo vai acabar por passar.
Mariana e Rita vão percebendo que a amizade é o melhor que a
vida nos pode dar e, apesar de haver muitas outras coisas importantes, a
amizade é a base de tudo e que os amigos estão sempre connosco.
Contemplação da Coroa, de Maria Teresa Maia Gonzalez
Este livro fala da infância de Teresa e do momento em que
descobre um homem preso numa cruz com uma coroa estranha na cabeça. Após
indagar sobre as causas deste acontecimento, ela tenta ajudá-lo a sair da cruz,
que tanto o faz sofrer, passando sempre por grandes dilemas nos
quais se tem de enfrentar a sim mesma e às diversas situações que vão
aparecendo, ao longo do tempo.
Aqui ficam algumas das frases que achei mais bonitas: “Não
consegui dizer mais nada, porque os olhos dele estavam cada vez mais brilhantes
e eu sabia que ele nem sequer podia chorar à vontade – só para dentro, como
fazia a Augusta, segundo a Fernanda me tinha contado. E devia ser horrível
chorar para dentro: ficar com o coração cheio de lágrimas, todo molhado e com
frio.”
Diana Gonçalves Fernandes
Gomes, 8.º D
Gangues, de Robert Muchamore
É a história de um rapaz de 8 anos, Dante, que vê a sua
família ser assassinada por quem menos esperava. Depois de ele e a irmã bebé
escaparem à chacina, entram para a Cherub (serviços secretos). Com 13 anos,
Dante vai participar de uma missão com os irmãos Adams onde vai poder vingar a
morte da sua família. Nem tudo se passa como ele esperava e o mau da fita,
cabecilha de um grupo de motards,
escapa mais uma vez, mas James, amigo de missão de Dante, irá, no volume
seguinte, ter a oportunidade de fazer justiça.
Aconselho esta obra aos meus amigos, uma vez que as
personagens são adolescentes envolvidos em missões que adultos não conseguem
resolver. Aborda temas interessantes, tais como um novo
conceito de família (estas crianças perderam as suas famílias, mas encontraram
uma nova no seio da Cherub), a sexualidade nos jovens, a capacidade de tomar
decisões acertadas na idade deles…
Nélson José Sousa da
Silva, 8.º C
O Rapaz do Caixote de Madeira,
de Leon Leyson, Marilyn Harran e
Elizabeth Leyson
“Este livro conta-nos a história de Leon Leyson, um rapaz
judeu, e da sua família.
Durante a 2.ª Guerra Mundial, a Polónia foi invadida pelos
nazis; então, Leon, com apenas com 10 anos, e a sua
família, foram obrigados a deslocar-se para o gueto de Cracóvia, local onde
viviam os judeus.
Antes da invasão nazi, Leon era considerado uma criança
normal, com uma infância feliz. Porém, a guerra veio alterar profundamente a
vida do rapaz que acabou por ser separado da família e foi confrontado com
situações demasiado complicadas para a sua ainda tenra idade.
Alice Moutinho, 8.º C
O Último Grimm, de Álvaro Magalhães
Este livro relata-nos a história de dois irmãos chamados
William e Peter, de catorze e doze anos respetivamente. Quando foram passar
férias à Quinta da Pedra Azul, William apercebeu-se de que conseguia ver
duendes e fadas, mas ninguém lá em casa acreditava nem, ao princípio, o próprio irmão que dizia que “os dois eram um”, de acordo
com o lema que ambos inventaram. Mais tarde, William descobriu que a sua
capacidade de ver criaturas fictícias o tornava num Grimm (“aquele que vê”)!
Aconselho esta obra aos meus amigos, uma vez que, com ele,
aprendi que devemos confiar nas pessoas e na amizade. O espírito de partilha e
a solidariedade foram constantes ao longo do livro. Esta obra ensinou-me também
a acreditar e a valorizar as pequenas coisas da vida. É uma obra repleta de
aventuras transmitidas numa linguagem muito fácil de compreender. A ação é
dinâmica e cativa o leitor.
Nuno Guilherme da Cruz
Varela, 8.º D
Uma Criança Chamada Amor, de Mary MacCracken
“Este livro conta-nos a história de Hannah, uma menina com
distúrbios de aprendizagem, considerada selvagem, pela sociedade, e da sua
professora que, ao contrário das outras pessoas, não a rejeitou, dedicando-se
com todo o amor, carinho e paciência a uma longa e incrível viagem de
recuperação.
Aqui ficam registadas as frases que achei mais bonitas: “-
Vês, Brian? Eu agora não sou estúpida. Não sou retardada. – abriu a porta, veio
cá para fora e afirmou com toda a segurança: - Agora sou amor.”
Carolina Pereira, 8.º E
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