domingo, 5 de outubro de 2014

NO DIA DO PROFESSOR...


Para mim, um professor deve ser alegre, simpático e muito paciente.                                                                                                                   
Hugo Antunes, 8º B

O professor é um amigo, um amigo verdadeiro, que nos ensina e dá conselhos.                                                                                                        
Leandra Armada, 8º B

Um dia, aprenderam para ensinar. Hoje ensinam o que aprenderam, para o nosso futuro melhorar.
Ivone Amorim, 8º B

O Dia do Professor é um dia que nos toca particularmente, pois o professor é como um familiar próximo.
Agostinho Antunes, 8º B          

Como varinha mágica, os professores ensinam o que já aprenderam. Às vezes aborrecem-nos, mas não é por mal, só nos querem ensinar, para que no nosso futuro não haja um ponto final.
Carolina Araújo, 8º B

Os professores são aqueles que nos ajudam a ultrapassar as dificuldades para chegarmos mais longe.
Pedro Freitas, 8º B

Ser professor é difícil, porque explicar muitas vezes a mesma coisa e falar alto todo o dia cansa.
Camila Barros, 8º B

O Dia do Professor é um dia extremamente importante para refletir sobre a sua carreira. Os pofessores são como pais e mães, são aqueles que tentam fazer de nós alguém na vida. 
Jorge Pereira, 8º B

Os alunos são ladrões do saber e o professor tem de satisfazer essa vontade indomável de aprender.
Sara Barreto, 8º B

Ser professor tem os seus aspetos positivos e negativos, porque feliz é aquele que ensina, embora sendo difícil, porque o professor tem de passar todos os seus cnhecimentos e o amor pela disciplina aos alunos, o que por vezes é complicado. Há professores que, se sentem algo de diferente em nós, tentam ajudar-nos, porque também já foram alunos... Sabem como é bom e útil ter a ajuda de alguém.
Ana Costa, 8º B

Os professores são pessoas que ensinam os alunos, dando um atenção especial aos que são “diferentes”. Por vezes, eles não podem ser como queríamos ou pensávamos que fossem, mas ajudam-nos a seguir os melhores caminhos. Às vezes, é aborrecido estar a ouvi-los, mas vale a pena o sacrifício.
Rodrigo Vasquez, 8º B

Desde cedo que eles fazem parte das nossas vidas, que nos ensinam, nos ajudam a enfrentar o futuro. A tarefa do professor não é só ensinar, é, também, compreender o aluno e ajudá-lo no que precisa. Cada docente marca-nos à sua maneira: uns de quem gostamos muito e outros que nem por isso. Cada um tenta dar o seu melhor, e isso nós só temos que agradecer: pelo esforço, pela compreensão, pela paciência.
Os professores são como uma segunda família que nos apoia e abdica de muita coisa por nós.
Em suma, o nosso futuro deve-se em grande parte aos professores. Só podemos agradecer-lhes. 
OBRIGADA!                                
Ariadna Araújo, 8º B

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

“Porto Editora” oferece fundo documental
à Biblioteca Escolar

        A “Porto Editora” acaba de oferecer à Biblioteca Escolar do Agrupamento três exemplares de 29 títulos de leitura obrigatória ou recomendada, do 1.º ao 12.º anos de escolaridade.
        As obras, que fazem parte da coleção “Educação Literária”, apresentam ilustrações sugestivas e estão atualizadas de acordo com a nova ortografia.
        Mais do que instrumentos de trabalho, espera-se que estes livros constituam verdadeiros incentivos à leitura…


Eis os 29 títulos oferecidos:
COELHO, Adolfo (sel.), Contos Populares Portugueses (2.º ano)
JUNQUEIRO, Guerra (sel.), Contos para a Infância (3.º ano)
COLLODI, Carlo, As Aventuras de Pinóquio (3.º ano)
WILDE, Oscar, O Gigante Egoísta e o Príncipe Feliz (4.º ano)
WOOLF, Virginia, A Viúva e o Papagaio (5.º ano)
DEFOE, Daniel, Robinson Crusoé (6.º ano)
BRANDÃO, Raul, A Pesca da Baleia e outras Narrativas (7.º ano)
HERCULANO, Alexandre, O Castelo de Faria e outras Narrativas (7.º ano)
GARRETT, Almeida, Falar Verdade a Mentir
VICENTE, Gil, Auto da Barca do Inferno (9.º ano)
VICENTE, Gil, Auto da índia (9.º ano)
ASSIS, Machado de, O Alienista (9.º ano)
WILDE, Oscar, O Fantasma de Canterville (9.º ano)
BRANCO, Camilo Castelo, Maria Moisés (9.º ano)
QUEIRÓS, Eça de, Contos
HERCULANO, Alexandre, A Abóbada (8.º e 11.º anos)
VICENTE, Gil, Auto da Feira (10.º ano)
VICENTE, Gil, Farsa de Inês Pereira (10.º ano)
BRANCO, Camilo Castelo, Amor de Perdição
VIEIRA, Padre António, Sermão de Santo António (11.º ano)
GARRETT, Almeida, Folhas Caídas e Flores sem Fruto
GARRETT, Almeida, Viagens na Minha Terra
GARRETT, Almeida, Frei Luís de Sousa
QUEIRÓS, Eça de, A Ilustre Casa de Ramires
QUEIRÓS, Eça de, A Cidade e as Serras
QUEIRÓS, Eça de, Os Maias
VERDE, Cesário, O Livro de Cesário Verde
PESSOA, Fernando, Poesias Ortónimo
PESSOA, Fernando, Poesias Heterónimos 
Prof. Luís Arezes

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Filme “Pay it forward” - “Favores em Cadeia”

            
            No dia quinze de setembro, pelas onze horas, na aula de “Viver em Português”, começámos a visionar o filme “Favores em Cadeia”, da realizadora Mimi Leder.
            Neste filme, toda a ação gira à volta de um projeto, idealizado por um aluno do sétimo ano, de seu nome Trevor, na disciplina de Estudos Sociais. Trevor, um jovem criativo e preocupado com o mundo que o rodeia, imaginou uma cadeia de favores, que se iniciava na sua pessoa. Nesse projeto, ele ajudava três pessoas a resolver um problema que fosse realmente importante. Depois, cada pessoa que recebia um favor tinha como missão ajudar outras três pessoas. Deste modo, a cadeia de favores rapidamente se espalhou.
            O filme “Favores em Cadeia” aborda problemas dos nossos dias, a vários níveis: ao nível da sociedade, da vida familiar e da escola.
            Ao nível da sociedade, encontramos pessoas sem-abrigo, desempregados, toxicodependentes e personagens que praticam assaltos. A este propósito, Trevor começa por tentar ajudar um toxicodependente, chamado Jerry.
            No que se refere à vida familiar, conhecemos várias personagens, muito próximas da personagem principal, que têm problemas de alcoolismo como, por exemplo, a mãe e a avó. Somos também confrontados com o problema da violência doméstica, sendo o professor uma das principais vítimas e a própria mãe de Trevor.
            Em relação à escola, assistimos a cenas de violência, que se encaixam na problemática, muito atual, do bulling.
            Na nossa opinião, o filme é muito interessante, embora tenha um final trágico, já que reflete os problemas da sociedade actual, e, para além disso, ajudou-nos a refletir sobre a vida.
            Se tivéssemos que referir a cena mais apreciada, apontaríamos aquela em que Jerry tenta convencer uma senhora a desistir da ideia de se suicidar, atirando-se de uma ponte. Para o conseguir, ele diz-lhe “Salve-me a vida, venha tomar um café comigo!”. Esta frase mostra-nos que a vida de Jerry não tinha sentido.
            Para concluir, resta-nos dizer que este filme tem uma mensagem muito importante: devemos estar atentos ao mundo que nos rodeia e ajudar aqueles que precisam, como diz o ditado “Faz o bem, sem olhar a quem”!
            A turma é de opinião que se trata de um bom filme e que, cada um de nós pode, se quiser, pôr em prática a cadeia de solidariedade. Se nós ficarmos sossegados no nosso canto e formos indiferentes àqueles que nos rodeiam, “todos ficam a perder”, tal como disse Trevor, na parte final do filme.
Texto coletivo do 9.º F

“We can’t help everyone, but everyone can help someone.”
Ronald Reagan

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

O Cantinho da Poesia

Estes trabalhos são o resultado de uma atividade solicitada pela disciplina de Português, tendo como objetivo a apresentação possível da turma e para o qual serviram de modelo os poemas “Abecedário sem juízo”, de Luísa Ducla Soares, e “A B C de caldeirada”, de Lúcia Ribeiro.

A B C da Turma do 8.º B

A de Agostinho que se acha engraçadinho.

A de Ana Carolina que toca concertina.

A de Ana Filipa que tem espírito de equipa.

A de Ana Rita que pisou uma caganita.

A de Ariadna que come banana.

B de Beatriz que não tem unhas p’ra verniz.

B de Beatriz Fernandes que adora sandes.

C de Camila que é muito reguila.

H de Hugo que detesta o jugo.

I de Ivone que não vive sem telefone.

J de João que às vezes é trapalhão.

J de Jorge que tem uma pasta parece um alforge.

L de Leandra que é muito malandra.

P de Pedro Miguel que quer ser bacharel.

R de Rodrigo que gosta de trigo.

R de Rosa que é amorosa.

S de Sara que às vezes se arma em cara.

S de Sara Verónica que por vezes fica afónica.

T de Thatielly que gosta de abacaxi.

T de Tiago que se julga mago.

Autores: alunos do 8.º B (trabalho de pares)

 

A B C da Turma do 8.º E

B de Beatriz que mora à beira de um chafariz.

B de Bruna que é amiga da Luna.

B de Bruno Henrique que vai a Munique.

C de Catarina que toca concertina.

D de Darlene que fez a comunhão solene.

D de Davide que cospe pevide.

D de Diana que adora chanfana.

D de Diniz que é alérgico a giz.

D de Diogo que adora um bom jogo.

D de Diogo Henrique que herdou um tique

D de Duarte que está sempre em Marte.

G de Guilherme que não sabe o que é epiderme.

J de Juliana que perdeu uma pestana.

M de Marco que não gosta de andar de barco.

M de Maria da Conceição que não tem nenhum irmão.

P de Pedro que, para estar atento, se vê negro.

T de Tiago Pereira que gosta de brincadeira.

T de Tiago José que não acredita em tudo que vê.

T de Tiago Monteiro que nasceu em janeiro.

V de Vanessa que raramente tem pressa.

Autores: alunos do 8.º E (trabalho de pares)

 

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Agrupamento de Escolas de Ponte da Barca apresenta a obra
“500 anos dos Forais da Terra da Nóbrega e de Lindoso”

 
“500 anos dos Forais da Terra da Nóbrega e de Lindoso” é o título de uma obra que acaba de vir a público, numa edição conjunta do Agrupamento de Escolas e do Município de Ponte da Barca.
A apresentação do título aconteceu na Feira do Livro da Autarquia e contou com a presença de Vassalo Abreu, Presidente da Edilidade, e de Carlos Louro, Diretor do Agrupamento, para além de um número significativo de pessoas que fizeram questão de se associar ao lançamento deste projeto de preservação e valorização da História local.
A sessão decorreu num ambiente festivo, contando com animação musical, a cargo do Rancho Folclórico do Agrupamento, da aluna Beatriz Amorim (5.º E), que interpretou um tema ao piano, e ainda de um coro com alunos dos 5.º E e 7.º C, sob a orientação das professoras de Educação Musical.
Nas suas intervenções, tanto o autarca como o responsável escolar sublinharam as excelentes relações entre a Câmara Municipal e o Agrupamento, uma parceria que – segundo afirmaram – se traduz num trabalho de grande qualidade de que é exemplo a publicação desta obra que assinala os 500 anos do Foral da Terra da Nóbrega, outorgado a 24 de outubro de 1513, e do Foral de Lindoso, com data de 5 de outubro de 1514.
Para Carlos Louro, “a história local não pode ser indiferente aos alunos que queremos formar”. Daí que seja “muito importante dar a conhecer às gerações mais jovens a história da sua terra. Das suas origens. Das suas gentes! Na escola. Local onde as crianças e os jovens passam a maior parte dos seus dias. Local de partilha de experiências, emoções e conhecimento”.
Vassalo Abreu, por sua vez, destacou a colaboração do Agrupamento de Escolas que muito contribuiu para o desenvolvimento de ações que ultrapassassem a mera evocação histórica destes cinco séculos de carta de Foral.
Trata-se de atividades que “enriqueceram estas comemorações e marcaram, decisivamente, os quinhentos anos do reconhecimento administrativo, cultural e político do território de Ponte da Barca”, pelo que concluiu com um bem-haja ao Agrupamento, ao seu Diretor, professores, alunos e demais profissionais de ensino envolvidos, “por serem parceiros fundamentais em muitos momentos da nossa história coletiva”.

 
Valorização da História local
O livro abre com o capítulo “A Terra da Nóbrega na Viragem de Quinhentos”, um estudo de Luís Arezes que pretende ser um convite para uma visita aos marcos mais significativos da História local, desde as origens, até ao início do séc. XVI.
Segue-se o guião do documentário “Terra da Nóbrega: Uma Viagem no Tempo…”, da autoria de Luís Arezes e de Pedro Cerqueira, e a divulgação da gravura “500 anos do Foral da Terra da Nóbrega” e respetiva memória descritiva, da responsabilidade de Emanuel Cruz.
Apresenta-se, depois, o capítulo “Forais Manuelinos da Terra da Nóbrega e de Lindoso”, assinado pelo Doutor António Matos Reis, reconhecido especialista com vasta obra publicada. Trata-se de um trabalho ao mais alto nível científico, porventura o primeiro estudo rigoroso e pormenorizado sobre estes dois documentos estruturantes do território de Ponte da Barca, cuja reprodução e transcrição, a partir do “Livro dos Forais Novos da Comarca d’Antre Douro e Minho” existente no Arquivo Nacional da Torre do Tombo, são facultadas na parte final.
Com a publicação desta obra, o Agrupamento de Escolas deseja proporcionar um contributo à valorização da História e da Identidade locais, tarefa tanto mais importante quanto é verdade que  uma Comunidade precisa de conhecer o rosto daqueles que estruturaram o espaço em que hoje vive, precisa de tomar consciência dos feitos que esses antepassados protagonizaram, precisa de se conhecer, de saber quem é e como chegou até aqui. Em suma, precisa de ter Memória, para se manter viva e conservar a sua Identidade.
Grupo Promotor

sábado, 24 de maio de 2014

Alunos dos 1.º e 2.º Ciclos participam
em sessões sobre Educação Empreendedora
 

Os alunos dos 1.º e 2.º ciclos participaram numa sessão sobre empreendedorismo e inovação, dinamizada por Susana Capela, da Academia de Empreendedorismo da Betweien.
A iniciativa decorreu ao longo de dois dias (28 e 30 de abril) e aconteceu no âmbito de uma parceria entre o Agrupamento e a Câmara Municipal de Ponte da Barca, proporcionando a centenas de alunos uma experiência muito rica em termos de promoção de competências e de atitudes empreendedoras.
Numa primeira etapa, Susana Capela liderou duas sessões para os alunos do 2.º ciclo, tendo como referência o livro “Um Projeto e Meio Limão”, ferramenta pedagógica da autoria de Narciso Moreira e ilustrações de Ana Sofia Leite.
Através de uma abordagem dinâmica e divertida, os alunos contactaram com as principais etapas de um projeto, desde a conceção até à sua implementação, de forma organizada e sistemática.
No segundo dia, Susana Capela visitou, durante a manhã, os Centros Escolares de Crasto e de Entre Ambos-os-Rios e, no período da tarde, dinamizou, na Escola Básica e Secundária de Ponte da Barca, três sessões, para os alunos dos 2.º, 3.º e 4.º anos, respetivamente.
Desta feita, “O Senhor Empreendedorismo”, dos mesmos autores, foi o livro que serviu de ponto de partida para o trabalho realizado com os mais novos.
Narciso Moreira é investigador na área da Educação Empreendedora, na Universidade do Minho, e coordena a implementação de vários projetos de intervenção em Empreendedorismo Local e Educação Empreendedora em todo o país. É sócio fundador e diretor de projetos da empresa Betweien.
Prof. Luís Arezes (Biblioteca Escolar)

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Entrega dos prémios do Concurso de Leitura
e colóquio “Leitura e Família”

Os três primeiros classificados nos cinco escalões do Concurso de Leitura receberam o respetivo prémio, numa sessão realizada no âmbito da programação da Feira do Livro do Município que, até ao próximo dia 25, decorre na Praça da República, em Ponte da Barca.
Foi um momento festivo em que vencedores, familiares, professores e colegas partilharam a alegria do prazer da leitura e aplaudiram a importância do livro nas nossas vidas.
Cada um dos galardoados – desde a Educação Pré-escolar ao Ensino Secundário – recebeu um cheque-livro oferecido pela Câmara Municipal que, desta forma, não só reconhece o mérito da iniciativa como também proporciona mais uma oportunidade de investimento no livro e na leitura, uma vez que o valor do prémio tem de ser aplicado na aquisição de obras.
Recorde-se que o Concurso é uma iniciativa conjunta do Grupo Disciplinar de Português e da Biblioteca Escolar que, desde há vários anos, tem o patrocínio da Autarquia.

“Leitura e Família”
Outra atividade importante da programação da Feira do Livro, desenvolvida em articulação com o Agrupamento de Escolas, foi o colóquio “Leitura e Família”.
A edição deste ano contou com a presença da Dr.ª Isabel Costa, Bibliotecária e docente universitária, que, com o entusiasmo que lhe é peculiar, sublinhou a importância da leitura, desde a mais tenra idade, tarefa em que a Família e a Escola devem dar as mãos.
O sarau contou com a presença de numeroso público, entre alunos e familiares, registando a participação de crianças da Educação Pré-escolar, provenientes da Escola-sede do Agrupamento e dos Centros Escolares de Crasto e de Entre Ambos-os-Rios, e ainda das turmas 1.º B e 3.º D e do 12.º A da Escola Básica e Secundária de Ponte da Barca.
Em diferentes registos, todos deram o seu melhor na animação da sessão, com música popular e dança, canto e leitura dramatizada/expressiva.
Prof. Luís Arezes