quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Centro Escolar de Crasto

“ Ler + em família” - Mural de azulejos

No âmbito do Projeto “Ler + em família”, desenvolvemos, no ano letivo anterior, uma atividade em articulação com as famílias que visava essencialmente a promoção da leitura.

Assim, surgiu a atividade da leitura de uma história em família, da qual seria feita uma pintura em azulejo, com o objetivo da construção de um mural no Centro Escolar.

Como diz o poeta, “Quando o homem quer a obra nasce”, finalmente ficou concluído o mural que recentemente foi colocado na fachada da nossa Escola, para deste modo poder ser observado e apreciado por todos quantos nele participaram.

Valeu a pena! Está uma verdadeira obra de arte!

A todos os pais e ao senhor Presidente da Junta de Freguesia de Crasto, o nosso obrigado e bem-hajam!
As professoras do Centro Escolar

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

À CONVERSA COM…
Maria do Céu Nogueira


A escritora Maria do Céu Nogueira esteve na Escola Básica e Secundária de Ponte da Barca, à conversa com as crianças da Educação Pré-escolar.
Em duas sessões, conversou com os mais pequenos, respondeu às suas perguntas e fez a leitura de algumas das suas histórias, nomeadamente, “A Casinha do Senhor Vento”, que os alunos já haviam trabalhado, uma vez que se trata da obra selecionada para o Concurso de Leitura.
Foi uma experiência muito produtiva que despertou grande interesse entre os participantes, sensibilizando-os para a magia da leitura e do saber.
Aliás, o testemunho que Maria do Céu Nogueira registou no “Livro de Honra” do Agrupamento de Escolas de Ponte da Barca não podia ser mais eloquente:

“O que faço é isto: trazer alegria e gosto pela leitura às crianças das escolas. Faço-o com gosto enorme e grande amor. Então, convidarem-me é uma honra que agradeço do coração.”


A visita da escritora aconteceu no âmbito do protocolo estabelecido entre o Agrupamento e a Editora Opera Omnia.
Na próxima sexta-feira, é a vez de Julie Hodgson conversar com alunos de Inglês do Ensino Secundário, servindo de ponto de partida a sua obra “Jodie e o Cartão da Biblioteca”.
            Luís Arezes, Professor Bibliotecário

domingo, 17 de fevereiro de 2013

SEMPRE O S. VALENTIM



Exposição “Valentine´s day”

No dia 14 de fevereiro, teve lugar a comemoração do S. Valentim na Biblioteca Escolar do Polo 2 da Escola EBS Diogo Bernardes, dinamizada pelo grupo A. E. C. Inglês.
Cupido andou pela Escola e a Biblioteca foi decorada a preceito para a ocasião, com trabalhos realizados com as turmas do 1º Ciclo e os técnicos de Inglês, não faltando os tradicionais corações vermelhos, poemas e mensagens de S. Valentim.
Durante todo o dia, os alunos e a restante comunidade escolar visitaram o espaço, onde puderam ver uma exposição alusiva ao tema. A Biblioteca foi, de facto, “invadida” pelo romantismo e o amor andou no ar.
O grupo A. E. C. Inglês

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

CANTINHO DA POESIA

Ainda o Dia de S. Valentim
O amor arde dentro de mim,
Arde mais e mais forte,
No dia de S. Valentim
                  Leandro, 8.º C

Contigo sinto amor!
Se não estás…
Apenas dor!
Laura, 7.º E

Quadras
Por falar de amor

Este amor deixa-me louco...        
Sonho contigo ao luar,               
Sou um cuco apaixonado,         
Mortinho por te beijar.              

Meu coração bate forte,     
Sinto a alma levitar,           
És o Sol da minha vida     
E eu sou o teu luar.            

Contigo quero ficar,            
És o amor da minha vida,   
Estou pronta p’ra te amar,  
Sem ti estarei perdida.         

Meu amor, se estás ausente,
Eu não paro de sofrer,           
P’ra viver longe de ti,              
Melhor seria morrer.              

No brilhar desses teus olhos,      
Eu encontro muita paz,               
Estarei sempre contigo,              
Que o amor a dois se faz.          

Na vida temos desejos        
Pouco fáceis de alcançar,     
Quero ter-te para sempre,    
Ter alguém para mimar.      
              Trabalho de grupo do 7.º E,
              em interação com a professora Lúcia Ribeiro

         Ainda não é S. Valentim,
E meu coração palpita,
Tu és tudo para mim,
És minha cara bonita.
Marta Patrícia, 7.º E

          No dia de S. Valentim,
          Falei-te do meu amor.
          Tu disseste-me que sim
          E o mundo ficou melhor.
                                               Marina, 8.º ano

CANTINHO DA POESIA



Há muitas coisas doces na vida! Mas, por mais açúcar que lhes metam, nada dá para igualar à doçura do teu olhar!
                                                                                                Carina Lopes, 8.º F


Desabafo
Sob a luz pingada da minha janela, penso em ti, mas não te vejo. Olho para o Céu, olho para o Sol, para a Lua, para as estrelas no escuro e vejo-me entregue nas tuas mãos, arfando forte, com um sorriso rasgado.
Às vezes, “vejo-te” perto de mim, quando sei que isso não é possível…, é só imaginação; outras vezes, sinto-te junto a mim. Esta presença fictícia não passa de estratégia para suportar a dor da tua ausência; confundo o real com a ficção: serão apenas sonhos?
Quando me imagino contigo, não há lágrimas derramadas…, vejo-me envolta num manto de eterna e enorme felicidade.
                                                                                                                   8º C


quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013


Concurso de expressão escrita
“Geração Móvel e Desafios”


No âmbito das celebrações do “Dia Europeu da Internet Mais Segura”, que se assinalou ontem, 5 de fevereiro, o Grupo Disciplinar de Português e a Biblioteca Escolar promoveram um concurso de expressão escrita subordinado ao tema “Geração Móvel e Desafios”.
Os trabalhos foram desenvolvidos sob a orientação do respetivo professor da disciplina de Português, aguardando-se para breve a publicação em ebook dos textos apurados ao nível das turmas.
Reconhecendo a qualidade global dos originais, o júri considerou merecedores de um aplauso especial um trabalho em cada escalão: “O meu grande amor!”, de Vanda Tavares (3.º Ciclo do Ensino Básico) e “A Internet nunca se esquece!”, de Mariana Antunes (Ensino Secundário)...

O meu grande amor!
Ainda era um jovem inocente e não conhecia muito bem os perigos a que estava sujeito na internet.
Tudo começou quando me ofereceram o telemóvel que eu tanto queria: comecei por experimentar os jogos, a sua sonoridade, pois adoro música, explorar as suas potencialidades e mandei umas mensagenzitas aos meus amigos para lhes dar a novidade.
Cheguei à escola a gabar-me do meu telemóvel topo de gama e senti até que alguns amigos meus ficaram com uma pontinha de inveja. Mais tarde, já em casa, fiquei horas a fio a mexer no telemóvel, nem queria comer, estava tão viciado, fiquei um gabarolas de primeira. Ao fim de algum tempo, comecei a perder alguns amigos, é verdade, mas tinha o meu grande amor, o telemóvel!
Como tinha muito saldo, um dia resolvi aceder à internet. A partir dessa altura, comecei a passar lá muito tempo, até que um dia deparei-me com um anúncio muito apelativo que dizia: “Parabéns! Foi o nosso vencedor desta semana, acabou de ganhar internet grátis durante cinco anos! Clique em “Levantar o Prémio”. É óbvio que nem hesitei, cliquei logo com grande alegria, sem ter noção dos perigos que podia estar a correr.
Começou então a desaparecer dinheiro do saldo do meu telemóvel, cerca de 4 euros por semana. Eu não percebia o que estava a acontecer, por isso resolvi logo pedir ajuda ao meu pai, informando-o do que me tinha sucedido. Claro que ele me deu logo um raspanete e explicou-me que tudo aquilo estava a acontecer por eu ter caído na cantiga de ganhar um prémio e por ter dado os dados do meu telemóvel a alguém que eu não conhecia de lado nenhum, coisa que jamais se deve fazer. O meu pai tratou, então, de cancelar o meu cartão e mudou para outro.
Apelo, por isso, a todos que nunca deem os vossos dados na internet, para que não venham a ter uma experiência tão ou ainda mais desagradável do que a minha, porque depois pode ser tarde para se remediar o erro cometido.
                                                                               Vanda Antunes Tavares – 8.º E
A Internet nunca se esquece!
            Estava feliz.
            Os dias passavam e em todos eles tinha um sorriso nos lábios, um brilho no olhar. Sentia-me preenchida e satisfeita com a vida. Tinha muitos amigos, uma família fantástica, boas notas e sobretudo o que pensava ser o namorado perfeito. Perfeito mesmo. Às vezes dava por mim a pensar que para o resto da minha vida só precisava de finalizar os meus estudos, trabalhar no que eu queria, casar com ele, ter filhos e… final feliz! Parecia mesmo um conto de fadas!
            Porém, nunca nos meus piores sonhos (já que estava a viver um sonho) pensei no que se passaria meses depois.
            Comecei a achar que o meu namorado (atual ex-namorado, ou melhor dizendo, uma pessoa que nem conheço) não era o príncipe encantado como o tinha desenhado. Mas o amor que sentia por ele era tão cego e de tal modo gigante que nem a isso ligava.
E o inevitável aconteceu. A nossa relação acabou. Todavia, em vez de ficarmos amigos, fruto de vários meses juntos, acabámos chateados, muito chateados! Ódio e uma intensa vontade de vingança foi o que sobrou no coração dele. Aliás, esses sentimentos passaram rapidamente do coração para a cabeça, tendo ele já preparado um plano para eu deixar de ser uma pessoa feliz.
            Bem… já chega de lengalenga! Vou falar do que realmente me levou a escrever este texto (ou espécie de diário, não sei).
            Como já se deve perceber, o meu antigo namorado utilizou as redes sociais (sem querer fazer publicidade), mais concretamente o Facebook, o mais utilizado neste momento, com o simples objetivo de arruinar as minhas pedras preciosas: os meus amigos.
            Criou uma conta como se fosse eu e utilizou uma foto – incluída no meu perfil verdadeiro – para a tornar mais credível. Enviou “pedidos de amizade” e conversou com algumas pessoas minhas conhecidas (suponho que não tenham sido boas conversas segundo alguns relatos). Humilhou-me, publicando estados impróprios, se é que me entendem… A conta falsa foi apagada, decorridos dois ou três dias, já não me recordo bem.
            Como se não bastasse, um ou dois meses depois, entrou na minha conta original e fingiu ser eu, mas aí foram breves minutos e não foi tão grave como na primeira situação.
            Claro que chorei, sofri, sofri muito, mas não chorei por muito tempo. Felizmente, tinha amigos que me conheciam e sabiam perfeitamente que tudo aquilo era falso, que não podia ser eu e que, sem sombra de dúvida, era obra do meu “amigo”. Contei com a ajuda de um anjo que desceu dos céus para me ajudar, uma minha professora (já não é minha professora atualmente, mas não deixa de ser minha professora, pelo simples facto de me ensinar a viver sempre que converso com ela), a quem devo muito da minha felicidade. E se consegui levantar-me e voltar a ser feliz é grande parte a ela que o devo. Agradeço muito aos meus amigos, que ainda são os meus amigos, passado já quase um ano, e que hoje considero os meus alicerces. Não, como é óbvio, não me esqueço da minha família que me ajudou muito, principalmente a minha mãe.
Concluindo, não cedam as vossas palavras-passe a ninguém. Eu cedi a minha, confesso. Claro que a mudei, a do Facebook, mas esqueci-me de alterar a do correio eletrónico. Se alguém confiar verdadeiramente em ti, não precisa das tuas senhas de acesso. (Eu não fui obrigada, mas aprendi esta lição da pior maneira). Cuidado também com as fotos, que podem ser colocadas em sítios que não queiras. Nada, mas mesmo nada é seguro neste “mundo”.
Acabo com uma frase que, de certeza, marcará a minha vida para sempre: “Tu até te podes esquecer do que fazes na Internet, mas a Internet nunca se esquece!
Mariana Antunes, 10.º D


A caminho do teatro...

Ainda
“A Menina
do Mar”


Os alunos do 4.º A da Escola Básica e Secundária de Ponte da Barca assistiram à representação de “A Menina do Mar” e vibraram com a qualidade do espetáculo.

 

 
 

Aqui ficam algumas das suas sensações:

§  O teatro foi divertido e bem sucedido (Gonçalo, André, Natália);

§  A representação foi estupenda, o cenário foi bem conseguido e as imagens multimédia adequadas (Carlos, Miguel Tiago Silva e Leonardo);

§  As personagens foram bem caracterizadas, tinham um bom guarda-roupa (Ana, Ivo, Sara);

§  Representaram bem os animais e os sons foram bem escolhidos (Owen, João Brito);

§  A obra era da nossa idade. Todos os presentes bateram muitas palmas porque gostaram muito (Juliana, João Gonçalves, Letícia, Tiago Meireles);

§  Esperamos que voltem com novas representações e que nos convidem para assistir (alunos do 4.º A).