terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Leituras no Secundário

No caminho das leituras ...
 
 
       Integrado no currículo do Secundário, o contrato de leitura é uma atividade/estratégia que tem por objetivo desenvolver hábitos de leitura e, deste modo, melhorar a capacidade de compreender e interpretar enunciados, assim como  enriquecer a expressão oral e escrita.
     Com a leitura caminhamos também pelo imaginário, estimulando a criatividade e a capacidade de antecipação do fim da história.
     Eis algumas experiências de leitura, levadas a cabo por alunos do 10.º ano, no primeiro período escolar.
     Aqui ficam estas impressões para que outros se sintam igualmente estmulados para a leitura.



Tony Parsons, neste romance, abre-nos caminhos para podermos ultrapassar os momentos mais difíceis da nossa vida, sem esquecer a pessoa que nos é realmente importante.

Esta obra é uma lição de vida para as pessoas que pensam que todos os seus dias são apenas feitos de momentos maus e que de forma alguma os poderemos ultrapassar.

Bárbara Soares – 10.º A
 
 
 
 
 
  
 
Esta obra é o terceiro livro da série Harry Potter. Gostei de o ler e revejo-me em alguns aspetos nele tratados, tais como, o valor de uma boa amizade, vivenciada por Harry (agora com treze anos) e os seus dois amigos, que estão sempre a seu lado, a Hermione e o Ron.
Sublinho também a importância da família, que representa, nada mais, nada menos do que a base de toda uma estrutura da qual todos dependemos para atingir em pleno a concretização pessoal.
As longas descrições são o aspeto de que menos gostei neste livro.
O Prisioneiro de Azkaban foi publicado em 1999, atingindo aclamação mundial, e passou quatro semanas como o mais vendido entre os livros adultos no Reino Unido.
José Manuel – 10.º A
 
  
 
 
Gostei de ler O Décimo Círculo e recomendo-o, porque os factos aqui revelados estão a acontecer algures, e uma qualquer família pode estar a passar pelas mesmas dificuldades. Coloca-nos perante a diferença do outro e como a sua exclusão pode desencadear comportamentos inesperados.

 
Margarida Pires – 10.º A
 








Adorei ler Traição de Sangue pelo facto de ter uma grande simpatia por livros que abordam temáticas que nos reenviam para o mundo do paranormal, onde o mistério e o inesperado estão sempre presentes. Ao mesmo tempo, a obra transmite-nos uma mensagem de coragem.

Rita Amorim -10.º A

 




Todos nós temos capacidades para sonhar, pelo menos quando estamos a dormir!
Esta obra retrata a importância dos sonhos e de como estes comandam a nossa vida. Por isso, recomendo a leitura deste livro, não só por ser um tema que nos obriga a refletir, mas também por nos proporcionar estratégias para nunca desistirmos da capacidade de sonhar e de lutar.

 Sara Carneiro – 10.º A
 





Recomendo a leitura deste livro, pois contém uma história emotiva e ao mesmo tempo engraçada. A história anda à volta de uma criança, outrora feliz, e que após a morte da mãe vive obcecada em descobrir a identidade do pai.
 A obra leva-nos a refletir sobre o que é a felicidade.


Sofia Sousa – 10.º A






Trata-se de um livro triste, comovente e real. A história vivida deixa-nos uma mensagem muito importante: que nunca devemos deixar para segundo plano o que realmente é importante na vida.

É um livro que vale mesmo a pena ler e dar a ler a qualquer adolescente e a qualquer pai de adolescente.

Gostei de o ler.
Adriana Carolina – 10.º D
 
 
 
 
 
 
Na minha opinião, O Esplendor da Vida tem uma história bastante bonita, com episódios imprevisíveis que tornam a obra mais interessante e nos fazem sentir com vontade de não parar de ler o livro até este acabar.
A história é bastante realista, está cheia de situações que podem acontecer na vida real. Uma das coisas de que também gostei foi a maneira como a personagem principal, Giulia de Blasco, lida com os problemas do dia-a-dia.
É um livro muito interessante que eu aconselho a ler.
Maria João - 10.º D
 

 
 
 
Ao contrário daquilo que normalmente se faz, eu não recomendo este livro a colegas meus. Esta obra, com 319 páginas, possui uma linguagem e aborda temáticas que, na minha opinião, não estão inteiramente ao alcance de leitores da nossa idade.
Tive dificuldade em compreender a história e lutei para chegar ao fim do livro.
Mariana Antunes – 10.º D
 
 

 
 
Eu acho que todos deviam ler este livro porque contém uma história muito interessante, que nos dá uma verdadeira lição de solidariedade e de responsabilidade: uma gaivota que estava prestes a morrer, e que com as suas últimas forças pôs um ovo, pediu ao gato Zorbas para que cuidasse dele e quando a gaivotinha nascesse a ensinasse a voar.
Com um final feliz, o destino junta dois seres completamente distintos que, por causa de uma promessa, constroem uma bela amizade.
Tiago Martins – 10.º D





Inicialmente, estranhei ser a Morte a narrar a história. Por esse motivo fiquei curiosa acerca do que o livro poderia falar. É uma obra que nos mostra a inocência da infância e a realidade de uma guerra, onde muito foi perdido.

Transmite-nos sempre a ideia de que a felicidade se encontra patente nas mais pequenas coisas e que poderá estar mesmo ao nosso lado, sem darmos por ela, até ser tarde de mais.  
Bruna Coimbra – 10.º D
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A Melodia do Adeus é uma história muito interessante, romântica e retrata problemas que qualquer família pode ter.
Evoca a má ligação entre pai e filha, após o divórcio dos pais, e mudança de atitude de Ronnie assim que sabe que o pai está em fase terminal devido a um cancro. A vida, que é curta por sua própria natureza, pode, ainda, ser mais encurtada por uma doença. Porém, esta doença pode tirar a vida mas também pode devolvê-la, como por exemplo, nesta história em que a filha perdoa o pai por tudo e fica do lado dele até à morte.
                                                 Fábio Barros – 10.º D







O romance Juntos ao Luar, de Nicholas Sparks, conta a difícil história de amor de John e Savannah, dois jovens que se conhecem por obra do destino e que por causa do mesmo se vêem perante decisões de vida muito difíceis.

O momento que mais positivamente me impressionou foi a ocasião em que John e Savannah se encontraram juntos a ver a lua cheia, e acabaram por se marcar na lua para se lembrarem um do outro, em qualquer parte do mundo.

Vale a pena ler a obra.
Tânia Afonso – 10.º D





Este romance, de Joanne Harris, conta-nos a história de Alice e Joe, que têm em comum a paixão pela arte - ela é pintora e ele é músico - e, em tempos, estiveram também unidos pelo amor que sentiam um pelo outro. As suas vidas seguiram diferentes rumos, mas o reencontro é inevitável.

É uma história cheia de peripécias, em que as personagens experimentam sentimentos contraditórios como o amor, o ciúme, a sedução e a vingança.

,Adriana Almeida – 10.º D







Este livro tem muito a ver com mistério, suspense, aventura. Por isso, quem gosta destas temáticas tem aqui uma boa oportunidade para continuar a ler. A linguagem é acessível e o tamanho não assusta aqueles que têm medo de livros com muitas páginas.

Carlos Calheiros – 10.º A





 Prof. António Rocha

 

domingo, 16 de dezembro de 2012




Em época de Natal, alunos do 7.º E meteram mãos à obra e deram largas à sua sensibilidade humana e social.
Redigiram uma carta para o Pai Natal, formulando os desejos que lhes são mais caros.
Eis três das mensagens enviadas...

Ponte da Barca, 30 de novembro de 2012
                                                      
Querido Pai Natal!
Com a época natalícia a aproximar-se, queríamos pedir-te, ao contrário de muitas crianças que te escrevem, não presentes, mas apenas felicidade em todo o mundo.
Deves estar a questionar-te sobre como dar felicidade, uma coisa que não se pode pegar, cheirar ou até olhar, mas podemos dar-te uma ajuda. A felicidade pode ser proporcionada através de simples gestos e ações caridosas, tais como:
-          Dar abrigo e ceia aos mais necessitados na consoada e dia de Natal.
-          Dar presentes às  crianças mais pobres.
-          Apelar ao cessar-fogo entre os países em guerra, pois as pessoas e, em especial, as crianças, não têm culpa de que haja conflitos sem razões justificáveis.
-          Restituir a esperança às pessoas que habitam em países com dificuldades económicas. 
-          E, por último, mas não menos importante, proporcionar um Natal abastado e um Próspero Ano Novo, em especial, a todas as crianças hospitalizadas e mesmo aos adultos e idosos enfermos.
Sabemos que milhares de pessoas concordam connosco e sabemos, também, que, se cumprires os desejos presentes nos tópicos acima, farás do mundo um lugar melhor.
Ansiamos por uma resposta afirmativa.
Um abraço do
                                   Rúben e Gonçalo


Ponte da Barca, 30 de novembro de 2012

                                                       Querido Pai Natal!
Neste Natal, queríamos pedir-te algo especial para o bem da Humanidade.
O nosso presente de Natal destina-se a conseguir um mundo melhor: precisamos urgentemente de uma nova camada de ozono, porque a nossa está um caos. Com esta nova camada podemos proteger-nos dos raios UV que nos prejudicam a pele, as vias respiratórias…
Nós também queríamos que distribuísses o dinheiro de forma equitativa por todo o mundo, para que exista igualdade social.
Por último, pedimos-te que possibilites a construção de casas para os sem-abrigo, que vivem nas ruas ao relento e em completo abandono.
São estes os presentes que desejamos para a Humanidade e com eles pretendemos deixar as pessoas mais felizes.
Esperamos que os nossos pedidos sejam atendidos para bem de todos, especialmente dos mais necessitados e para que os nossos espíritos rejubilem de alegria.
Beijinhos do
                         João e Luís      


Ponte da Barca, 30 de novembro de 2012

                          Querido Pai Natal!
Estamos aqui hoje, eu e o Ricardo, a pedir-te um Natal cheio de alegria e repleto de felicidade.
Não queremos prendas banais, tais como brinquedos, jogos… Queremos, sim, um Natal em que não haja fome, abandonos, e queremos, sobretudo, que todas as crianças festejem o Natal com as suas famílias.
Não queremos brinquedos, porque isso só nos ia tornar felizes a nós, e por um tempo limitado; preferimos abdicar das nossas prendas em prol dos mais desfavorecidos.
As crianças mais necessitadas deviam ter uma casa condigna, bem como os idosos abandonados, que deviam ser encaminhados para um lar, ou famílias de acolhimento.
Pedimos-te, por isso, que  realizes o nosso desejo e que ajudes todas as crianças e adultos com dificuldades, ou menos favorecidos, porque achamos que o ser humano deve ter direito a muita paz e amor.
Obrigado pela tua compreensão.
Cumprimentos do      
                                      Pedro e Ricardo                  

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012


A ANA VITÓRIA precisa da nossa ajuda!
Vamos ser solidários…
A Ana Vitória tem dezassete meses e é uma menina muito especial! Nasceu no dia 27 de maio de 2011, na Covilhã, e não tem pernas e o seu queixo está recuado.
Os especialistas previram que não falaria enquanto não fosse submetida a uma intervenção cirúrgica ao queixo para que o maxilar de baixo ficasse alinhado com o de cima. Essa cirurgia irá acontecer em breve, mas a menina já fala algumas palavras, o que surpreendeu muito os técnicos que a têm acompanhado. A menina também já se desloca, rastejando no chão, com muita facilidade e muita força. Aliás, regista, um desenvolvimento fantástico nas várias áreas, conforme o testemunho dos médicos.
Agora, desejamos partilhar convosco uma necessidade da Ana Vitória. Esta menina, ao longo da sua vida, vai precisar de várias próteses, em função do seu crescimento. Os seus pais não têm possibilidade de as comprar, pelo que estamos a pedir a todos aqueles que possam ajudar que o façam com alegria.

Como é que podem ajudar?
É simples – basta que juntem tampas plásticas (de garrafas, garrafões, de sumos de pacote, de detergentes – tudo o que for tampas, rolhas plásticas).
E depositem-nas nos respetivos recipientes:
·         na biblioteca
·         no bufete
·         na secretária do átrio dos blocos de aula
Vamos ajudar a Ana Vitória, vamos ser solidários!

Professora Isabel Rego

terça-feira, 4 de dezembro de 2012


Feira do Livro


Realizou-se, entre 27 e 30 de novembro, numa iniciativa conjunta do Departamento de Línguas e da Biblioteca Escolar, a tradicional Feira do Livro.
A Feira esteve aberta à comunidade educativa em geral e contou com um programa de animação (pinturas, cartões e balões com mensagens alusivas ao livro, leitura e/ou dramatização de histórias…) para os alunos mais novos das várias Escolas e dos diversos níveis de ensino.
Com esta iniciativa, integrada no Plano de Atividades do Agrupamento e em linha com os objetivos do Plano Nacional de Leitura, pretendeu-se aproximar o livro do leitor e, deste modo, fomentar o gosto pelas leituras desde a mais tenra idade.
Departamento de Línguas e Biblioteca Escolar

segunda-feira, 26 de novembro de 2012


O teatro veio à escola
O grupo de teatro AtrapalhArte deslocou-se à Escola-sede do  Agrupamento, no passado dia 22 de novembro, para apresentar dois textos dramáticos de António Torrado.
A atividade decorreu no polivalente, do bloco H, e desenvolveu-se às 10h 30m para as turmas do 4.º ano e alguns alunos do ensino especial.
Os dois textos trabalhados e representados pelos quatro atores foram: “Serafim e Malacueco na Corte do Rei Escama” e “os Quatro Pés do Trono”. As personagens que apareceram em cena foram o Rei, o Malacueco, o Serafim e o Pirata. As histórias são divertidas, com personagens que animaram, que nos fizeram rir muito e cativaram para estarmos muito interessados durante a representação.
Foi uma boa surpresa… ver dramatizados os dois textos que havíamos estudado e trabalhado na sala de aula.
No final, tivemos um momento para falar com os atores do grupo, colocando-lhes algumas questões a que responderam com muita simpatia. Visitámos os bastidores e ainda tirámos uma fotografia que ficará para mais tarde recordar.
Adorámos que o teatro tenha vindo até nós. Enriquecemos as nossas aprendizagens com o grupo. Parabéns ao “AtrapalhArte”! Esperamos que possam voltar a Ponte da Barca.
A turma A, 4.º ano

terça-feira, 20 de novembro de 2012


Importância do Comité Económico e Social Europeu
 
 
O “Comité Económico e Social e a Coesão Europeia” foi o tema de um colóquio realizado na Escola Básica e Secundária de Ponte da Barca que contou com a participação de António Luís Fernandes.
A convite da Biblioteca Escolar, o funcionário comunitário falou sobre a organização e funcionamento desta estrutura, assim como da importância do Comité na defesa e promoção de valores como a liberdade, a democracia, a igualdade, a solidariedade e a justiça social.
Falando para os alunos do Curso de Ciências Socioeconómicas, António Luís Fernandes – que é natural do Concelho de Ponte da Barca – realçou ainda o trabalho do Comité no processo legislativo, na procura e construção de consensos e no aprofundamento da cooperação com grupos e organizações da sociedade civil que partilham os princípios da cidadania europeia.
Para os alunos participantes no colóquio, esta foi uma iniciativa muito proveitosa, na medida em que lhes proporcionou uma outra perspetiva dos problemas e levantou possíveis soluções para a situação económica da Europa.
É extremamente relevante ouvir alguém que está dentro do assunto e que está diretamente relacionado com as possíveis resoluções para a atual crise económica e social que afeta a população.
Os nossos agradecimentos pelo seu valioso contributo para todos nós, que somos o futuro da Economia.
10.º C e 11.º D

segunda-feira, 19 de novembro de 2012


Hora do Conto


A turma A do 4.º ano participou mais uma vez na Hora do Conto, na Biblioteca Escolar do Polo 2.

A professora Gabriela Menezes, que se vestiu e caracterizou tendo em conta a leitura que ia fazer, mais uma vez surpreendeu os alunos com a história “Que grande abóbora, Mimi!”, dos autores Valerie Thomas e Korky Paul.

Entusiasmados com a dramatização que acompanhava a leitura, todos estiveram muito atentos, interessados e participativos durante a atividade.

A tarefa, que foi proposta aos alunos, na sala de aula consistiu no resumo escrito, num formato diferente do habitual. A professora titular de turma solicitou um resumo na forma “enrolada”, dando-lhe a designação de história enrolada.

Com alguma diversão à mistura, os alunos corresponderam, positivamente, ao desafio, conseguindo muitos deles atingir o objetivo pretendido.

Aqui ficam exemplos de um trabalho coletivo que se expôs na Biblioteca Escolar e de alguns trabalhos individuais .

A turma 4.º A