Ferramenta de divulgação interativa das atividades da BE e de promoção das literacias...
terça-feira, 30 de outubro de 2012
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
O Teatro veio ao Centro Escolar de Crasto
No dia 24 de outubro, o Atrapalharte, grupo de
comédia e improviso, veio ao Centro Escolar, representar uma cómica e
trapalhada fusão de duas obras de António Torrado,”Os Quatro Pés do Trono” e “Serafim
Malacueco na corte do Rei Escama”, que, tendo como contexto outra época,
deliciaram as nossas crianças…

Serafim e Malacueco são dois vagabundos,
dois criados ao dispor, que embarcaram numa emocionante viagem com o Pirata da
Perna de Pau por mares nunca dantes navegados, até à ilha deserta do Rei
Escama. Por entre trapalhices, azares e desventuras, Serafim e Malacueco vão
descobrir o verdadeiro sentido da vida.
Do palco para a plateia, os atores e os nossos pequenos espetadores partilharam/interagiram com risos e alegria. Procuraram uma relação direta com os pequenos espetadores que tiveram um papel dinâmico, tornando-se parte integrante do espetáculo, numa experiência lúdica e pedagógica, baseada na interatividade, onde as crianças participaram na história, sendo também eles atores.
Do palco para a plateia, os atores e os nossos pequenos espetadores partilharam/interagiram com risos e alegria. Procuraram uma relação direta com os pequenos espetadores que tiveram um papel dinâmico, tornando-se parte integrante do espetáculo, numa experiência lúdica e pedagógica, baseada na interatividade, onde as crianças participaram na história, sendo também eles atores.
“Os
Quatro Pés do Trono” conta a história de um rei que, prestes a iniciar uma
cerimónia importante, descobriu que o seu trono está desequilibrado. Manda,
então, os encarregados da limpeza do trono resolver o problema. Só que eles não
acertam com o pé manco do trono, gerando-se uma série de peripécias
divertidas...
Transportando as crianças para um
mundo imaginário de fantasia, tendo como base as tradicionais brincadeiras e
trapalhices de criança, do faz de conta, como jogo dramático, as aventuras destas personagens deliciaram as
crianças, proporcionando momentos de grande alegria e boa disposição e
fertilizando a sua imaginação….
Obrigada
a todos quantos tornaram possível esta atividade.
As
professoras do Centro Escolar
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Apresentação de BorboLetras, de Lúcia Ribeiro
A Poesia é a Surpresa da Palavra
A poesia é a magia ou surpresa da
palavra e ser poeta é ser alguém especial que vê diferente e sente de uma forma
única.
A afirmação é do Professor António
Rocha, Coordenador do Departamento de Línguas do Agrupamento de Escolas de
Ponte da Barca, e foi proferida na sessão de apresentação do livro
“BorboLetras”, da docente Lúcia Ribeiro, que decorreu no auditório do Polo 1 da
escola-sede, assinalando a Semana da Biblioteca Escolar.
Falando para alunos do 3.º ciclo, docentes
e convidados – entre eles o Presidente da Câmara Municipal e o Coordenador da
Universidade Sénior Diogo Bernardes –, o orador começou por referir o percurso
literário da autora, sublinhando, em seguida, o carácter excecional da condição
de poeta, através da projeção de um vídeo em que os Trovante interpretam o
soneto “Ser Poeta”, de Florbela Espanca.
Na sua intervenção, António Rocha comentou
depois a expressividade do título e passou em revista alguns poemas
exemplificativos daquilo que – na sua perspetiva – são as três linhas temáticas
dominantes do poemário “BorboLetras”: o que é a poesia e para que serve; a
expressão da vida, das angústias e dos sonhos; o apelo do sentimento, da
emoção, do amor, tonificado pela sensualidade.
Na segunda parte da sessão, a autora
estabeleceu um interessante diálogo com o público, respondendo a várias
questões colocadas.
Para além das circunstâncias que estão
na origem do seu gosto pela escrita e pela poesia e das motivações que
justificaram a organização e publicação da obra, Lúcia Ribeiro explicou que
encontra inspiração em tudo, mas sempre com uma forte tendência para a
sensualidade e para o amor.
E,
a terminar, deixou um desafio: escrever dá trabalho, mas sem trabalho e sem
esforço não se consegue nada de gratificante na vida, pelo que é fundamental
que quem sente o apelo da escrita a exercite continuamente, exprimindo os seus
sentimentos, angústias e sonhos.
Professor Luís Arezes
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
A propósito do Dia da Hispanidade, festa nacional que, a 12 de outubro,
comemora a chegada de Cristóvão Colombo às Índias ocidentais (América), os
alunos de espanhol, em articulação com a biblioteca escolar, realizaram
diversos trabalhos que destacam a importância das 17 comunidades autónomas do
estado espanhol, com as suas especificidades, e pesquisaram informações sobre
os diferentes países de fala hispânica.
Os trabalhos foram expostos na sala da biblioteca e também no átrio do
bloco C do Polo 1 da Escola-sede do Agrupamento.
Professora Marta Beça
terça-feira, 16 de outubro de 2012
Novos títulos sobre a Escrita
O fundo documental da Biblioteca
Escolar do Polo 1 da Escola-sede acaba de ser enriquecido com mais cinco
títulos relacionados com a problemática da escrita.
Editadas e oferecidas pela
Universidade do Minho no âmbito do trabalho em parceria que está a ser
desenvolvido com o Agrupamento de Escolas de Ponte da Barca, as obras
constituem um excelente contributo para uma reflexão aprofundada sobre os
desafios do ensino da escrita.
Dois dos livros são as atas dos I e
II Encontros de Reflexão sobre o Ensino da Escrita e têm como títulos, respetivamente,
“Ensinar a Escrever. Teoria e Prática” e “A Escrita na Escola, Hoje: Problemas
e Desafios”.
Os restantes são os seguintes:
·
“Escrita: Percursos de Investigação”, de José
António Brandão Carvalho;
·
“Escrita: Construir a Aprendizagem”, de Luís
Barbeiro;
·
“A Escrita Criativa no Contexto Escolar.
Exemplificação de uma prática no terceiro ciclo do ensino básico”, de Margarida
Cachada.
Aqui fica a
epígrafe apresentada nesta última obra: “Para mim, a educação tem de produzir
criadores, mesmo que não sejam muitos, mesmo se as criações de um são limitadas
em relação às de outro. Mas é preciso produzir inventores, inovadores, e não
conformistas…” (Jean Piaget).
Prof.
Luís Arezes
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Comemoração do 5 de Outubro
“A Educação e o
Ensino na 1.ª República” é o tema de uma exposição que, até ao dia doze de
Outubro, está patente ao público no átrio do Bloco C da Escola Básica e
Secundária Diogo Bernardes.
Promovida pela
Biblioteca Escolar em articulação com o Grupo Disciplinar de História, a mostra
pretende assinalar o acontecimento histórico do 5 de Outubro, valorizando,
sobretudo, um dos aspectos mais marcantes da 1.ª República: a aposta na
Educação.
Partindo das
elevadíssimas taxas de analfabetismo que se registavam em Portugal, no início
do séc. XX, a exposição destaca as principais reformas levadas a cabo na área
da Educação/Ensino, recriando, em termos iconográficos, o ambiente de uma sala
de aula, à época.
Na sala da
biblioteca escolar do Polo 1 pode ainda ser apreciado um expositor com alguns
elementos relevantes sobre a “implantação” da República em Ponte da Barca.
Professor
Luís Arezes
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