Ferramenta de divulgação interativa das atividades da BE e de promoção das literacias...
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
sábado, 14 de janeiro de 2012
Vencedores do Concurso de Leitura
já foram inscritos na fase distrital
Os alunos que conquistaram os três primeiros lugares, seja no escalão do 3.º ciclo, seja no escalão do Secundário, já foram inscritos na fase distrital do Concurso Nacional de Leitura.
São eles que vão representar a Escola Básica e Secundária Diogo Bernardes, depois de terem merecido a conquista de um lugar no pódio, no trabalho desenvolvido ao nível da Escola que movimentou um total de 125 concorrentes.
No 3.º ciclo, a obra a concurso foi Uma Questão de Cor, de Ana Saldanha, tendo a pontuação final ditado os seguintes resultados:
1.º - Maria Cristina Reis Azevedo (7.º ano)
2.º - Claúdia Maria da Silva Costa (9.º ano)
3.º - Joana Marta Ferreira de Sá Sotomaior (8.º ano)
No Secundário, os concorrentes mostraram as suas qualidades de leitores a partir da obra O Bom Inverno, de João Tordo. Eis o nome dos três primeiros classificados:
1.º - Inês Monteiro Araújo (11.º ano)
2.º - Francisco José Ferreira Quadrado Centeno (10.º ano)
3.º - Marisa Abreu Rodrigues (11.º ano)
Na sequência de uma parceria existente entre a Escola e a Autarquia, o prémio aos vencedores – um cheque-livro – será entregue pela Câmara Municipal de Ponte da Barca, por ocasião da Feira do Livro do Município.
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Festa de Natal
no Centro Escolar de Entre Ambos-os-Rios
O Centro Escolar de Entre Ambos-os-Rios realizou mais uma festa de Natal, envolvendo toda a comunidade educativa.
As turmas, do primeiro ciclo e do pré-escolar, participaram ativamente em várias atividades, sendo notável o empenho dos alunos, dos professores e educadores titulares das turmas, dos professores das AEC e da Biblioteca Escolar / Centro de Recursos Educativos.
Num ambiente de grande alegria, as crianças tiveram oportunidade de mostrar os seus dotes artísticos, entoando várias canções de Natal, declamando poemas, participando em desfiles de moda e dramatizando sketches teatrais.
A festa contou com a presença do Senhor Presidente da Câmara Municipal, do Diretor do Agrupamento de Escolas, de vários Presidentes de Junta de Freguesia do Concelho, para além de outros membros da Direção do Agrupamento e da Autarquia e ainda de muitos pais e encarregados de educação.
A Câmara Municipal aproveitou o evento para oferecer um livro, como prenda de Natal, a cada um dos alunos do Centro Escolar.
As atividades encerraram com um lanche convívio, com a participação de todos os membros da comunidade educativa, num fantástico ambiente de partilha e de confraternização.
Para todos quantos contribuíram para a realização desta atividade registamos os nossos agradecimentos.
Biblioteca Escolar
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Nova Biblioteca Escolar
Biblioteca do Centro Escolar de Crasto
Integrada na Rede de Bibliotecas Escolares
A Escola Básica de Crasto acaba de ser integrada no Programa Rede de Bibliotecas Escolares, pelo que, a partir de agora, o Agrupamento de Escolas de Ponte da Barca passa a ter quatro salas de biblioteca a funcionar no quadro da RBE: duas na Escola-sede, uma em Entre Ambos-os-Rios e uma em Crasto.
A integração surge na sequência de uma candidatura apresentada pelo Agrupamento (através da coordenação da Biblioteca Escolar), em parceria com a Câmara Municipal que assumiu a responsabilidade de mobilar e equipar a estrutura educativa.
A aprovação da candidatura, para além das vantagens resultantes da integração no Programa da Rede de Bibliotecas Escolares, traduziu-se, desde já, na atribuição de um apoio financeiro de cinco mil euros para constituição da coleção a disponibilizar aos utilizadores.
Concretizada mais esta etapa significativa, toda a comunidade escolar do Concelho de Ponte da Barca passa a dispor do serviço da biblioteca escolar, uma estrutura vocacionada para o apoio ao desenvolvimento curricular, a formação de leitores críticos e a promoção das literacias e de projetos e atividades de ocupação dos tempos livres.
Luís Arezes (professor bibliotecário)
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
As Leituras no Secundário
A exemplo de anos anteriores, aqui estamos nós, e sobretudo eles, os alunos, com novas experiências de leitura, desafiando novos títulos ou retomando obras já lidas por colegas que os precederam. Num e noutro caso, a leitura deixa sempre em quem lê uma marca indelével, seja porque o livro arrebatou-o do seu quotidiano e levou-o por um apetecido mundo imaginário, seja porque encontrou alguma sintonia entre os heróis da história e si mesmo, seja ainda porque essa obra não o conseguiu “tocar” de modo significativo e ficarão - o livro e o leitor - à espera de uma melhor oportunidade para “se entenderem”.
A este propósito, apetece-me recordar as palavras de José Luís Peixoto, na abertura do seu livro “Abraço”:
“Os livros, esses animais opacos por fora, essas donzelas. Os livros caem do céu, fazem grandes linhas rectas e, ao atingir o céu, explodem em silêncio. Tudo neles é absoluto, até as contradições em que tropeçam. E estão lá, aqui, a olhar-nos de todos os lados, a hipnotizar-nos por telepatia. Devemos-lhes tanto, até a loucura, até os pesadelos, até a esperança em todas as suas formas.”
Ouçamos alguns leitores e o que pensam dos livros que leram.
“Crepúsculo”, de Stephenie Meyer, convida-nos a refletir sobre o amor, mostrando que é um sentimento que vai muito para além da sensualidade. Ensina-nos também que ser virgem não é um problema. Ao mesmo tempo, convence-nos que ter bons amigos e darmo-nos bem com a nossa família é importante porque a vida é feita de escolhas.
Esta obra desafia-nos a combater os maus instintos e a agressividade.
Daniela Amorim, 10.º D
Há fraquezas humanas que aproximam os Homens aos Deuses.” (“O Homem sem Nome”)
A personagem que mais me impressionou, pela positiva, foi o poeta (o Homem sem nome), pois foi o único ser que conseguiu passar pela Zona Central do Deserto sem provisões de água, proeza que nenhum ser vivo conseguiu realizar ou sequer chegar perto.
O poeta era um artista, um trovador, era reconhecido pelas suas canções, alegrava todos, dizia frases que deixava qualquer pessoa a pensar.
César Monteiro, 10.º D
Esta obra fez-me pensar sobre a forma como algumas pessoas podem ser realmente gananciosas, ao ponto de destruírem uma família que qualquer pessoa desejaria ter, e até mesmo uma vida “perfeita”, digna de um conto de fadas.
E mostrou-me também que as escolhas individualistas de uma única pessoa podem modificar completamente o rumo da vida de um vasto número de pessoas, tanto de cúmplices como de inocentes.
Adriana Cerqueira , 12.º B
“Amor de Perdição” leva-nos a pensar no que podemos sentir quando o amor que nutrimos por outrem não é correspondido ou algo nos impede de nos juntarmos com essa pessoa amada.
As personagens da obra são para nós o exemplo de que temos de ser muito fortes para lutar pelos nossos ideais e, deste modo, contrariar as convenções sociais e familiares.
Um aspeto que considero interessante no narrador é o facto de servir-se de cartas escritas pelas personagens para descrever com propriedade o sentimento delas.
Eduarda Amorim, 12.º B
“Só a suave carícia do beijo, uma carícia como nunca tivera, uma carícia de mãe. Só a suave carícia no seu rosto. Era como se o mundo tivesse parado naquele momento do beijo e tudo houvesse mudado.” (pag. 135)
“Capitães da Areia” é uma obra que nos reenvia para o tema do abandono das crianças e para os “meninos da rua”. Porém, em contraponto, mostra-nos que há pessoas com espírito de ajuda, possibilitando a essas crianças enfrentar a vida com outra perspetiva.
Joana Pereira, 12.º B
“O Mundo de Sofia”, de Jostein Gaarder, é um romance cheio de aventuras, no qual a personagem principal, Sofia, troca correspondência com Alberto, fazendo a caminhada da história da filosofia. Em algumas destas cartas encontram-se perguntas que nos inquietam e nos fazem pensar sobre a essência do Homem e do mundo: ”Quem sou eu?” “De onde vem o mundo?”
Para além do contacto com a filosofia, este livro tem a virtualidade de nunca perder de vista os problemas do quotidiano, razão pela qual se mantém interessante a sua leitura.
Juliana Cerqueira, 10.º D
“Só te Amo até terça-feira”, de Rosa Luna, sensibilizou-me não só pelo facto de Mariana perder o seu filho, mas também pelo modo como Diogo reagiu ao saber da vida que se estava a formar no ventre da Mariana. Era seu filho, mas ele por imaturidade (medo, irresponsabilidade, criancice) negou a vida a este ser que não teve culpa de coisa nenhuma. Esta obra toca muito de perto a problemática do aborto, dando-nos algumas perspetivas para a sua abordagem.
Mariana Sousa, 12.º B
No meu ponto de vista, a história de “O Ano da Morte da Ricardo Reis” não acarreta, em si mesma, nenhum tipo de moral; mostra apenas um percurso possível de vida para Ricardo Reis (um dos heterónimos pessoanos) que, por lapso, falta de tempo ou intenção, o seu criador não determinou.
Assim, Saramago coloca o protagonista do romance a testemunhar o período em que o fascismo aos poucos se instalava na sociedade portuguesa. E aqui o plano da imaginação cruza-se com o da história.
Helena Mendes, 12-º B
“A minha vida é uma lição apenas para mim. (…) Após a noite, vem o dia. Após a morte, vem a vida. Mesmo nos momentos mais sombrios, olha em volta, pois nunca estás realmente só. És amada.” (pag. 356)
“Estarás sempre comigo” é uma obra que nos faz pensar no sentido da vida, na duração dela… Toca-nos a dor e o sofrimento de Emma ao perder o seu amor, assim como as voltas que a vida pode dar: tão depressa se está vivo como não. De repente, um futuro cheio de possibilidades torna-se num pesadelo. A vida é algo “inesperadamente inesperado”.
Catarina Barros, 12.º B
Este livro de José Rodrigues dos Santos proporciona-nos um olhar crítico sobre o facto de estarmos constantemente a destruir o nosso planeta. Sendo baseado em informação verídica, pretende mentalizar-nos de que o mundo acabará muito mais cedo do que imaginamos.
Outra linha de leitura não menos importante da obra é a temática da efemeridade da vida e das coisas do mundo. A vida é frágil e breve e, por isso, devemos aproveitá-la ao máximo, pois, partilhando do mesmo pensamento do narrador, “As plantas e as flores farfalhavam diante de si como se o ritmo a que dançassem tivesse a marca da eternidade, quando afinal eram tão efémeras quanto a brisa que as agitava.” (pag. 497), ou seja, tudo o que começa um dia acabará.
Judite Rodrigues, 12.º B
“O orgulho diz respeito mais à opinião que temos de nós próprios, enquanto a vaidade ao que pretendemos que os outros pensem de nós.” (pag.17)
Os comportamentos e as atitudes são fatores muito importantes para a caracterização psicológica das pessoas.
É através deles que podemos perceber o que as pessoas são; porém, como nos mostra a protagonista de “Orgulho e Preconceito”, enganam-nos frequentemente. Às vezes, é como se nos déssemos conta de que não podemos ter a certeza de que temos razão em relação a determinada ideia, porque podemos, a qualquer momento, ser contrariados e a razão pode não estar do nosso lado.
Esta situação aconteceu a Elizabeth. Ela construiu uma imagem negativa de Darcy, desenvolvida através do que observava (dos seus comportamentos e atitudes) e do que lhe contavam. Esta imagem negativa foi invertida quando Darcy lhe escreve uma carta, contando-lhe, realmente, a verdade.
Helena Rodrigues, 12.º B
Este livro mostra-nos uma mulher - Carminho - cheia de coragem, conseguindo ultrapassar todas as dificuldades da vida, as suas dúvidas, inseguranças, complexos…
É fácil identificar-se com ela, sobretudo nos problemas que experimenta na sua adolescência a propósito do amor, da amizade, entre muitos outros. Ela valoriza sobretudo o lado positivo da vida.
Um livro que se lê com agrado e de leitura fácil.
Filipa Rodrigues, 10.º D
Organização de:
Prof. António Rocha
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
QUADRAS DE NATAL
O Natal está a chegar,
É o tempo de magia,
A família e os amigos
São a melhor companhia.
Por que é que a neve é branca?
Será feita de algodão?
Por que cai ela do Céu,
Se se derrete no chão?
Por que é a neve tão fria,
Que põe todos a tremer?
Lá do sítio de onde vem,
Não a podem aquecer?
Mas ninguém fica zangado
Se cair ou escorregar,
Porque todas as crianças
Gostam de ver a nevar.
Por que há neve nas montanhas
E não há no meu jardim?
Será que se eu pedir
Vai nevar só para mim?
No Natal tudo é magia,
Com os sinos a tocar,
Há mais paz e harmonia,
Mesmo que esteja a nevar.
Daniela, 7.º G e João Miguel, 7.º E
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